“Nta muka hi kwini”
cheias de 2013 e conhecimentos locais no Vale do Limpopo-Gaza, Moçambique
DOI:
https://doi.org/10.9771/aa.v0i72.64142Palavras-chave:
Cheias, Limpopo, Conhecimentos locais, Gaza, MoçambiqueResumo
O objetivo deste artigo é contribuir na compreensão de como as comunidades ao longo da bacia do rio Limpopo responderam à ameaça das cheias e às cheias de 2013 na base de conhecimentos locais. Considera que as populações nunca em sua história foram vítimas passivas da ira do Limpopo na medida em que desenvolveram as suas próprias estratégias de adaptação e de enfrentamento na base do seu conhecimento local para benefício próprio. O estudo se inscreve em uma perspectiva epistemológica e metodológica de engajamento estratégico e agência, reconhecendo os sujeitos produtores de conhecimentos, atitudes e práticas como “cientistas” em pleno direito, e e não como observadores passivos diante das cheias. Assume-se, assim, que as comunidades do vale do Limpopo são protagonistas na construção de seus modos de convivência com as inundações. Trata-se de uma pesquisa qualitativa baseada em entrevistas e observações de campo, que adotou o método histórico-comparativo.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Julio Machele

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Você pode compartilhar, adaptar e utilizar livremente este trabalho para qualquer finalidade legítima, desde que mencione explicitamente a autoria e a publicação inicial nesta revista.


