A Marcha dos Réus Confessos

resistência escrava, justiça criminal e pena de morte no Brasil, nos Estados Unidos e em Cuba no século XIX

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/aa.v0i72.68206

Palavras-chave:

Escravidão, Resistência Escrava, Direito, Justiça Criminal, Pena de Morte

Resumo

O artigo investiga as ações de pessoas escravizadas que cometeram crimes capitais, abandonaram plantations e se entregaram à justiça. O fenômeno foi frequente no Brasil, mas houve casos semelhantes em Cuba e nos Estados Unidos durante a crise da escravidão. A primeira parte do artigo analisa a construção das justiças criminais e a relação entre resistência escrava e pena de morte na Era das Revoluções. A segunda parte se desdobra em três seções que analisam os repertórios de resistência dos escravizados e as justiças criminais no Vale do Paraíba, no Vale do Mississippi e em Matanzas nas últimas décadas da escravidão. O objetivo desta investigação é promover um exercício de comparação substantiva capaz de explicar as razões que fizeram a marcha dos réus confessos um fenômeno episódico nos Estados Unidos e em Cuba e endêmico no Brasil.

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Publicado

2026-01-19

Como Citar

ROSANOVA FERRARO, M. A Marcha dos Réus Confessos: resistência escrava, justiça criminal e pena de morte no Brasil, nos Estados Unidos e em Cuba no século XIX. Afro-Ásia, Salvador, n. 72, p. 1–46, 2026. DOI: 10.9771/aa.v0i72.68206. Disponível em: https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/68206. Acesso em: 15 jun. 2026.

Edição

Seção

Artigos