https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/issue/feedEstudos Linguísticos e Literários2026-02-12T22:25:25+00:00Revista Estudos Linguísticos e Literáriosrevell.ufba@gmail.comOpen Journal Systems<p>Escopo: A Revista Estudos Linguísticos e Literários é vinculada aos Programas de Pós-Graduação em Língua e Cultura (PPGLinC) e Literatura e Cultura (PPGLitCult) e Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS) da UFBA. A Revista publica artigos e ensaios científicos, produzidos nas áreas dos estudos linguísticos, estudos literários, estudos da tradução e estudos da linguística aplicada, a partir de um cronograma semestral ou de chamadas para números temáticos amplamente divulgados. Os artigos ou ensaios devem ser originais e inéditos e devem ter parecer positivo de pelo menos dois pareceristas.<br />Area do conhecimento: Linguística, Letras e Artes – Qualis A3: Linguística e Literatura<br />ISSN (online): 2176-4794 - Periodicidade: Quadrimestral </p>https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/72386INTRODUÇÃO AO RESGATE LINGUÍSTICO DE LÍNGUAS INDÍGENAS E MINORIZADAS2026-02-12T21:11:27+00:00Ivana Pereira Ivoivo.ivana@gmail.comDavi Borges de Albuquerquealbuquerque07@gmail.com<p>Introdução do dossiê</p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/56247A ABORDAGEM BASEADA EM TAREFAS E O ENSINO DO VOCABULÁRIO NO CONTEXTO DE REVITALIZAÇÃO DE LÍNGUAS2025-10-28T12:04:19+00:00Gessiane Lobato Picançopicanco.g@hotmail.com<p>Compartilhamos aqui um pouco da experiência com o ensino do vocabulário na língua Mundurukú (Tupí) para a comunidade indígena da Terra Indígena Kwatá-Laranjal (Amazonas), durante o curso “Língua Viva! Ensino de Mundurukú para jovens e adultos”, uma das ações previstas para a revitalização da língua nessa comunidade. Utilizamos a abordagem baseada em tarefas (<em>Task-based Language Teaching</em>), que se destaca por sua ênfase na aplicação prática da língua em situações comunicativas do mundo real, visando desenvolver a capacidade dos alunos de usar a língua-alvo de forma eficaz em contextos autênticos, em vez de focar apenas em aspectos gramaticais isolados. O vocabulário trabalhado incluiu termos de parentesco, partes do corpo, nomes de plantas e animais e itens da cultura mundurukú. Concluimos que a abordagem baseada em tarefas para ensinar o vocabulário permite que os alunos aprendam o vocabulário de seu universo cultural com mais facilidade e rapidez, e também aumenta a confiança na própria competência comunicativa.</p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/55909CORPO DO ÍNDIO CAÇADOR, ENDOLINGUAGEM E VOZ2025-10-28T11:56:21+00:00Lucas Nascimentodrlucasdonascimento@gmail.com<p>O conceito de índios ameríndios tem relação com os povos indígenas da América Latina. No Paraguai, a cultura dos chamados “Aché” recebeu a nomeação como Guajagui, Guayaki ou Guayaki-Ache pelos povos rivais guaranis. O trabalho proposto discutirá a forma-sujeito-índio na relação com a cultura e sua etnia por meio da literatura indígena. O objetivo geral é analisar discursivamente a forma-sujeito-índio aché do homem caçador em condições de produção de voz, som e cantoria na floresta. A pergunta de pesquisa é como funciona textual-discursivamente o corpo do homem com a voz, a cantoria e o som no espaço da floresta? O recorte selecionado é o canto dos homens, que diferentemente do canto das mulheres ocorre quase sempre durante a noite. As análises estudam a cantoria do homem que fala quase exclusivamente sobre suas aventuras de caçador, os animais que encontrou, as suas feridas e sua habilidade em manejar a flecha. Pela repetição, as análises investigam o gesto do corpo da voz na enunciação em <em>cho rõ bretete, cho rõ jyvondy, cho rõ yma wachu, yma chija</em> (“Eu sou um grande caçador, eu costumo matar com minhas flechas, eu sou uma natureza poderosa, uma natureza irritada e agressiva!”) e a glória indiscutível em prolongamento vigoroso em <em>Cho, cho, cho</em> (“Eu, eu, eu.”). O trabalho de análise se debruça na determinação imposta do corpo-preso à ancestralidade, em plena administração de angústia e solidão no presente, em busca desejante de um utópico corpo-liberto.</p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/56216LÍNGUA DE SINAIS PAITER SURUÍ2024-07-07T13:12:20+00:00Rosiane Ribas de Souza Elerrosianeribas@gmail.com<p>As línguas de sinais vêm sendo cada vez mais estudadas no mundo inteiro sendo um importante aporte para a pesquisa de registro de línguas de sinais não oficiais. Essa pesquisa utilizou sinais registrados por Eler, Costa, e Gregianini (2017), ampliando a análise para a estrutura dos sinais da Língua de Sinais Paiter Suruí, seguindo os aportes da produção de conhecimento fundamentados nas metodologias de pesquisas pós-críticas de Meyer e Paraíso (2012), com base nos cânones universais para as línguas sinalizadas fundamentados em Brentari (1998). O objetivo foi encontrar oito característica básicas que qualquer língua sinalizada contempla. Os indígenas surdos Paiter suruí que esta pesquisa se refere, vivem na Terra Indígena Sete de Setembro dos Paiter Suruí, localizada na divisa dos estados de Mato Grosso e Rondônia. A análise dos sinais foi fundamentada nas pesquisas teóricas de Brentari (1998) sobre a ASL, Quadros (2019) e Ferreira (2010) sobre a Libras, buscando pontos comuns entre a LSPS, a ASL e a Libras. O material de análise se mostra valioso por dar continuidade a estudos já existentes, facilitando a produção de novos conhecimentos a partir dos presentes. Como resultado encontramos seis das oito características descritas por Brentari (1998), na LSPS. A hipótese é que as outras duas características possam aparecer no decorrer do registro e documentação dessa língua.</p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/55530 O MIRANDÊS SOBREVIVERÁ AO SÉCULO XXI? 2024-11-06T00:05:21+00:00José Genival Bezerra Ferreirajosegbferreira1933@gmail.com<p>Este trabalho direciona-se para recolha de estudos acerca do mirandês, língua falada por aproximadamente 3.500 pessoas em Terra de Miranda, Norte de Portugal. Embora seja língua oficial do país, o mirandês teve uma diminuição de 50% no número de falantes. Segundo estudos da Universidade de Vigo (Espanha), este idioma tende a desaparecer em menos de 20 anos. Nesse sentido, este artigo de cunho exploratório apresenta as investigações acadêmicas feitas na área das Ciências da Linguagem a fim de refletir criticamente. Para tanto, coletamos em dissertações e teses (em Portugal e no exterior) sobre o mirandês para entendermos as razões que ditaram esta escolha e o impacto que tais estudos produziram na comunidade linguística. Verificou-se que pouco se tem estudado a respeito do mirandês nos programas de mestrados e doutoramentos.</p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/56232LÍNGUAS CULTURALMENTE VIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES INDÍGENAS2024-03-11T15:57:28+00:00Sanderson Castro Soares de Oliveirasanderson@ufam.edu.brMateus Coimbra de Oliveiramoliveira@ufam.edu.br<p>O presente artigo parte de uma distinção entre Línguas Culturalmente Vivas (LCV) e Línguas Linguísticamente Vivas (LLV) para apresentar reflexões com foco nas primeiras nos cursos específicos de formação de professores indígenas. A diferenciação aqui apresentada é nova, mas baseia-se não apenas nas experiências dos autores, mas considera ainda o relato e a crítica realizada em Nelson, Xocó, Xocó e Pitman 2023. Após a distinção, são apresentadas informações sobre a Formação de Professores Indígenas no Amazonas para contextuliazar os leitores. Por fim, são apresentados casos concretos de trabalhos com LCV e com LLV, evidenciando a importância e a necessidade de um trabalho específico com LCV. Na sequência, então se apresentam algumas questões e práticas que são comuns no trabalho com LCV e evidencia-se a necessidade de trabalho diferenciado e do cuidado metodológico com LCV em diferentes contextos. </p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/72389APRESENTAÇÃO2026-02-12T22:15:51+00:00Natival Almeida Simões Netonativalneto@gmail.comCarlos Felipe Pintocfpinto@ufba.brEliza Mitiyo Morinakaeliza_morinaka@yahoo.com.br2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/57725ATITUDES DOS PROFESSORES E ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO RELATIVAMENTE AO USO DE LINGUAGEM TABU PARA DEBATES EM SALA DE AULA EM ESCOLAS SECUNDÁRIAS MOÇAMBICANAS2025-12-15T16:21:59+00:00Edson Senguaioedson.senguaio@unipungue.ac.mz<h2>O presente trabalho resulta de um estudo que tinha em vista compreender atitudes dos professores e alunos do ensino secundário em relação à utilização de temas tabu para discussão em sala de aula. Realizado em duas escolas em Chimoio, na província de Manica, nomeadamente 'Escola Secundária da Vila Nova' e 'Escola Missionária American Board', o estudo envolveu um universo de cinquenta alunos da 12ª Classe, cinco professores e dois gestores escolares. Para o efeito, usou-se uma combinação de abordagens qualitativa e quantitativa, embora a qualitativa tenha sido a mais predominante. Dados foram colhidos através de questionários, administrados a professores e alunos e entrevistas realizadas com os gestores escolares. Para além das ferramentas supramencionadas, foi também feita uma análise crítica sobre a incidência e tratamento de temas tabu em dois manuais de curso recomendados e em uso no Ensino Secundário. Entre outras questões, os resultados revelam, de todos os tópicos potencialmente controversos normalmente encontrados nos programas de ensino, drogas e VIH/SIDA são os dois principais tópicos mais tratados nas aulas de línguas. Outra grande conclusão a que se chegou foi que os estudantes revelaram alguma hesitação em lidar com temas como o aborto e a gravidez, especialmente entre as estudantes do sexo feminino. Um outro aspecto observado é que muito pouco parece se reflectir nos materiais de ensino em uso. Dos dois manuais avaliados sobre o aspecto em discussão, o da 12ª classe parece trazer mais casos de tópicos controversos quando comparado com o da 11ª, onde o tratamento de tais tópicos é mantido a um mínimo.</h2>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/70959ANÁLISE DE ERROS ORTOGRÁFICOS NA ESCRITA DE ESTUDANTES ESTRANGEIROS APRENDENDO PORTUGUÊS BRASILEIRO2025-11-10T19:21:09+00:00Claudia Tereza Sobrinho Silvaclaudia.tsobrinho@hotmail.comCarolina Lima Santoslimcarolina@gmail.comMaria Eduarda Valença Motadudavmota@gmail.comNoemi Costa de Amorimnoemidamorim@gmail.com<p>O presente artigo tem como objetivo analisar os erros ortográficos presentes na produção escrita de aprendizes de Português como Língua Estrangeira (PLE), categorizando-os e investigando suas possíveis causas no processo de produção escrita. O estudo discute a relação entre oralidade e escrita e o papel da interlíngua na formação de hipóteses ortográficas. Trata-se de uma pesquisa quantitativa e qualitativa, com base na tabulação e análise de erros ortográficos presentes nas produções textuais de estudantes estrangeiros. Os resultados demonstram que os erros ortográficos mais recorrentes estão relacionados à acentuação gráfica, às arbitrariedades das regras ortográficas e a interferências interlinguísticas, revelando a complexidade do processo de internalização do sistema ortográfico do português.</p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literárioshttps://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/estudos/article/view/56215ESTUDO SOBRE A TERMINOLOGIA JURÍDICA NOS CONCURSOS DA POLÍCIA FEDERAL2024-11-05T23:55:42+00:00Adriana Viana Postigo Paravisineviana.postigo@ufms.brCamila Candido Oliveira Menezes camila.canndido@gmail.comJoyce Alexandrino Santiago dos Santos joyce.santiago@ufms.br<p>Objetivamos neste estudo uma proposta de glossário que pretende contribuir para clareza de termos jurídicos encontrados em provas de concurso para Agente da Polícia Federal. Na abordagem quanto a Terminologia, fundamentamo-nos na Teoria Comunicativa da Terminologia, <em>Barros (2004) e Krieger </em><em>&</em><em> Finatto (2004)</em>; e quanto as abordagens sobre linguagem jurídica, <em>Tribilhano </em><em>&</em><em> Henriques (2017)</em>. Para a realização do produto terminográfico adotamos algumas das etapas metodológicas de <em>Almeida (2012) </em>e a Linguística de Corpus como ferramenta, para o tratamento das unidades terminológicas, com o auxílio de dois <em>softwares</em>, a partir do corpus de estudo composto por oito provas de diferentes períodos. Tal produto aqui proposto é direcionado para o público em geral e foi realizado em parceria com o especialista de domínio que validou e atestou a recorrência de termos jurídicos nas provas da PF.</p>2026-02-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Estudos Linguísticos e Literários