CORPO-TRIÂNGULO-TERRITÓRIO-EDUCADOR
DOI:
https://doi.org/10.9771/rf.13.3.57173Palavras-chave:
memória, escrevivência, arte-educação, corpografiaResumo
Este é um relato que escava memórias e narra o encontro e a presença de meu corpo-território com a arte, sua prática e seu ensino. Aqui utilizo o conceito de identidade de Nilma Lino Gomes (2005), correlacionando com a importância de um espaço de criação de memória coletiva a partir das experiências individuais. Experimento o conceito de escritas de si de Bianca Santana (2020), como ferramenta metodológica para exemplificar a abordagem triangular proposta por Ana Mae Barbosa (1991) chegando nos caminhos que me levaram para o desenvolvimento de minha investigação de mestrado onde trago a visibilidade de como o próprio ato de me colocar enquanto pesquisadora é um dos pilares da pedagogia negra matriarcal organizada por Azoilda Trindade (2006) e praticada pela associação de arte-educação Ilú Obá De Min Cultura e Arte Negra.
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