Antropologia Sem Fronteiras
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<p>A Revista Antropologia Sem Fronteiras, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal da Bahia (PPGA-UFBA), destina-se à publicação de pesquisas originais em Antropologia, Ciências Sociais e áreas interdisciplinares que dialoguem com a Antropologia.<br />A Revista acolhe contribuições nacionais e internacionais nas seções: Editorial; Artigos; Ensaios; Relatos de Campo; Entrevistas; Resenhas; Documentos; Traduções, Fotografia, Vídeo, Trabalho Sonoro, assim como Números Especiais e Dossiês Temáticos.<br />Área do conhecimento: Ciências Humanas e Sociais – Qualis C: Arquelogia / Antropologia<br />ISSN (online): 2966-4101 - Periodicidade: Publicação contínua</p>Programa de Pós-Graduação em Antropologia/UFBApt-BRAntropologia Sem Fronteiras2966-4101<p>A <em data-start="283" data-end="320">Revista Antropologia Sem Fronteiras</em> adota a política de <strong data-start="341" data-end="358">Acesso Aberto</strong>, reafirmando seu compromisso com a <strong data-start="394" data-end="456">democratização do conhecimento científico em escala global</strong>. Em consonância com esse princípio, <strong>as/os autoras/es mantêm os direitos autorais</strong> de seus trabalhos e concedem à revista o <strong data-start="577" data-end="611">direito de primeira publicação</strong>, sob a <strong data-start="619" data-end="725">licença CC BY-NC-SA 4.0</strong>. Essa licença permite o <strong data-start="750" data-end="796">compartilhamento e a adaptação do conteúdo</strong>, desde que seja <strong data-start="813" data-end="845">atribuída a autoria original e publicação inicial nesta revista</strong>, <strong data-start="847" data-end="873">não haja uso comercial</strong> e <strong data-start="876" data-end="931">quaisquer obras derivadas mantenham a mesma licença</strong>.</p>Reflexões sobre a história da Antropologia
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<p>Antes de a antropologia existir como uma disciplina, importantes fundamentos relacionados a diferentes aspectos do estudo da humanidade estavam presentes em diversos escritos antigos de alguns estudiosos do Renascimento Islâmico no amplo Oriente Médio, como <em>Abu Rayhan al-Biruni</em>, um estudioso persa (973-1048), e <em>Ibn Khaldoun</em>, um estudioso tunisiano (1332-1406). Neste artigo, apresento brevemente os produtos científicos e culturais desses estudiosos, particularmente aqueles relacionados a temas antropológicos. Também discuto alguns conceitos e conclusões antropológicos importantes apresentados em seus estudos famosos, que representam a base da antropologia. Assim, este artigo constitui uma contribuição para a história universal da antropologia. O conhecimento dessa história, bem como dos problemas anteriores e atuais específicos da antropologia, pode ajudar no desenvolvimento de uma verdadeira antropologia global.</p>Hassen ChaabaniFelipe Bruno Martins Fernandes
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2025-09-022025-09-021e112501e11250110.9771/asf168028Ancestralidade, luta e resistência: Célio Leocádio e a justiça ambiental no Quilombo de Volta Miúda
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<p>Esta entrevista é fruto de um esforço coletivo da Clínica de Direito de Justiça Ambiental e Enfrentamento ao Racismo Ambiental da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Sua realização se deu por meio de uma série de trocas de e-mails, conduzidas ao longo dos meses de junho e julho de 2025, que possibilitaram a construção cuidadosa das perguntas e respostas aqui apresentadas. O diálogo desenvolvido nesse período permitiu registrar com profundidade as reflexões e experiências compartilhadas por Célio Leocádio, liderança quilombola da comunidade de Volta Miúda, no sul da Bahia.</p>Júlio César de Sá RochaCíntia Beatriz MüllerEstela da Conceição Gonçalves da SilvaJoão Victor Azevedo da CostaNatalie Coelho LessaPedro da Silva Costa Machado MilheiroJeane Farias de JesusLuiza Andrade de Sá Teles Isabeli Guimarães Pinheiro dos Santos Karine Kely Dourado Santos Silvio Nascimento Ribeiro
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2025-10-142025-10-141e112504e11250410.9771/asf169360“Vamos fazer o que com essa memória ecológica?” – Ailton Krenak
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<p>A presente entrevista com o filósofo e ativista dos povos indígenas AiltonKrenak, realizada em 20 de agosto de 2023, é uma adaptação de um diálogo quefaz parte dos dados da pesquisa etnográfica que subsidiou minha tese dedoutorado Monitorando Mudanças Socioambientais: memórias ecológicas no Delta doSão Francisco, defendida em 2025 no Programa de Pós-graduação emAntropologia (PPGA), da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Na ocasião,guiado por questionamentos sobre memória e ecologia, Ailton Krenak amplia odebate sobre essas duas categorias para uma ótica decolonial que entrelaça, deforma fluída, a compreensão sobre natureza e cultura diante do perspectivismoameríndio.</p>Waldson de Souza Costa
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2025-10-032025-10-031e112503e11250310.9771/asf169446« Nous devons tuer un lion par jour » : Sauvez Boipeba
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<p>Le présent travail s'inscrit dans le cadre des études menées par le Groupe de recherche sur les infrastructures et les conflits socioterritoriaux (GIICSO, Argentine). Il s'inspire du contexte de la XVe Réunion d'anthropologie du MERCOSUR, qui s'est tenue à l'Université fédérale de Bahia (UFBA, Salvador) en août 2025, où nous avons entendu parler de la menace qui pèse sur les communautés traditionnelles de l'île de Boipeba. Afin d'approfondir nos connaissances sur cette problématique, le 21 août 2025, sur la plage de Tassimirím, nous avons interviewé Benedito da Paixão Santos -Bio-, représentant de l'Association Quilombola. Au cours de notre conversation, Bio nous a fait part des implications socioterritoriales et environnementales possibles du projet immobilier touristique « Mangaba Cultivo de Coco » pour le patrimoine matériel et immatériel de l'archipel. De plus, du point de vue des organisations regroupées au sein de la coalition « Salve Boipeba », il affirme la nécessité de développer un tourisme communautaire dans la région. Cette interview porte sur ces deux axes.</p>Julieta Peppino
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2026-03-042026-03-041e112505e11250510.9771/asf170822The Ethnic Restaurateur
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Julia Ferry
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2025-09-152025-09-151e112502e11250210.9771/asf169598