Revista da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia
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<p>A REVFO publica debates, análises e resultados de investigações sobre temas específicos considerados relevantes no campo da Odontologia e áreas correlatas; e artigos de discussão e análise do estado da arte da área e das subáreas. A revista tem como propósitos enfrentar os desafios, buscar a consolidação e promover uma permanente atualização das tendências de pensamento e das práticas na Odontologia, em diálogo com a agenda contemporânea da Ciência & Tecnologia. <br />Área do conhecimento: Interdisciplinar <br />ISSN (online): 2764-2291 - Periodicidade: Publicação contínua</p>Universidade Federal da Bahiapt-BRRevista da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal da Bahia 0101-8418PROANTOCIANIDINAS MELHORAM A ADESÃO DAS RESINAS COMPOSTAS? SÍNTESE DE EVIDÊNCIAS ATUAIS.
https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revfo/article/view/60481
<p><strong>Objetivo:</strong> realizar uma síntese de evidências atuais sobre o uso da proantocianidina no melhoramento da adesão das resinas compostas às estruturas dentárias. <strong>Materiais e Método: </strong>A coleta de dados ocorreu durante o mês de janeiro de 2024, na qual realizou-se uma busca online nas seguintes bases: <em>PubMed </em>e <em>LILACS. </em> A estratégia de busca compreendeu a combinação dos seguintes descritores: <em>LILACS: </em>(proantocianidina) AND (dentina), e na <em>PUBMED</em>: (proanthocyanidin) AND (dentin) AND (dentin adhesion) AND (metalloproteinase). <strong>Resultados: </strong>após estabelecimento da estratégia de busca e critérios de elegibilidade, foram encontrados: cinco artigos na base <em>LILACS</em> e três na <em>PUBMED. </em>Os estudos eleitos nesta revisão demonstraram que a proantocianidina foi capaz de aumentar a resistência à união do conjunto dentina-resina, bem como reduzir o desgaste nesta interface, além de proporcionar menor infiltração e menor degradação do colágeno dentinário. <strong>Considerações finais:</strong> a proantocianidina pode reduzir a degradação da interface dentina-restauração, melhorar resistência da união e ao cisalhamento, entretanto, mais estudos precisam ser realizados para se avaliar a aplicabilidade clínica deste composto.</p>Igor Ferreira Borba de AlmeidaTatiane da Silva Liguori AragãoGabriella Gonçalves dos SantosElisaura Cristina Macedo dos SantosMarcus Vinicius Leite dos SantosMarcelo Filadelfo Silva
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2026-06-102026-06-10561e562601e56260110.9771/revfo.v56i1.60481HALITOSE EM PORTADORES DE PRÓTESES SOBRE IMPLANTE
https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revfo/article/view/64700
<p>A halitose é uma condição multifatorial, cuja 90% das causas são intra-orais, principalmente devido à degradação da matéria orgânica por bactérias anaeróbias proteolíticas, produtoras de compostos sulfurados voláteis (CSVs). <strong>Objetivo: </strong>Avaliar a halitose em portadores de próteses sobre implante, identificar quais dessas próteses são mais diretamente associadas com o mau hálito e a influência da halitose na qualidade de vida. <strong>Materiais e métodos:</strong> Foram avaliados 84 pacientes, divididos em quatro grupos de 21 indivíduos: grupo 1, portadores de prótese total sobre implante do tipo protocolo; grupo 2, prótese parcial sobre implante; grupo 3, coroa unitária sobre implante e grupo controle, composto por pacientes que não usavam nenhum tipo de prótese. Os níveis dos CSVs foram medidos com o Halimeter®. No exame clínico foi avaliada a presença de cavidades de cárie, índice de placa, índice de sangramento gengival, nível clínico de inserção, profundidade de sondagem e índice de saburra lingual. Dois questionários foram usados para avaliar a qualidade de vida: OHIP-14 (<em>Oral Health Impact Profile)</em> e HALT (<em>Halitosis Associated Life-Quality Test</em>). <strong>Resultados:</strong> Foi observado que os grupo 1 e 2 tiveram os menores índices de CSVs (68 ppb e 63 ppb, respectivamente) em comparação aos do grupo 3 e 4 (187 ppb e 135,9 ppb, respectivamente). Foi feita uma análise ajustando o fator confundidor “periodontite” e nos pacientes sem periodontite, o nível de halitose no grupo 1 continuou significantemente mais baixo do que os grupos 3 e 4. <strong>Conclusão:</strong> A halitose foi menor nos pacientes com prótese total e parcial sobre implantes quando comparados aos pacientes com próteses unitárias e sem prótese, mesmo em pacientes sem periodontite. A qualidade de vida dos pacientes do estudo foi pouco afetada pela halitose e pelas doenças bucais. </p>Érica Del Peloso RibeiroBarbara Nascimento Cotrim
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2026-06-012026-06-01561e562600e56260010.9771/revfo.v56i1.64700