Revista Periódicus
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<p>Periódicus é uma revista do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Culturas, Gênero e Sexualidades (NuCuS) do IHAC - Professor Milton Santos, ao Programa Multidisciplinar de Pós-graduação em Cultura e Sociedade e ao Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT). Divulga, traduzr e fomenta os Estudos de Gênero e Sexualidade, a partir de perspectivas feministas, queer, transfeministas, anti-racistas e anti-coloniais do Brasil e demais países da América Latina. <br />Área do conhecimento: Ciências Humanas/Interdisciplinar – Qualis A4: Psicologia<br />ISSN (online): 2358-0844 - Periodicidade: Fluxo contínuo </p>Universidade Federal da Bahiapt-BRRevista Periódicus2358-0844<p dir="ltr">Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>Autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob Licença Creative Commons Attribution Noncommercial que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista, sendo vedado o uso com fins comerciais.</p> <p dir="ltr">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p dir="ltr">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p>Expediente
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<p>Expediente</p>
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2026-05-282026-05-28124Assistência farmacêutica e saúde trans no SUS
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<p>Pessoas trans enfrentam barreiras no acesso à saúde no Brasil, sendo algumas relacionadas ao uso de medicamentos. O controle social tem contribuído para ampliar os direitos da população LGBTQIAPN+ no SUS. Este estudo apresenta reflexões derivadas da pesquisa-formação, com base na participação da primeira autora na 17ª Conferência Nacional de Saúde e em dois eventos preparatórios, analisando a inserção das temáticas “saúde de pessoas trans” e “assistência farmacêutica”. Foram identificadas 39 pautas relacionadas à população LGBTQIAPN+, das quais 94,9% incluíam pessoas trans. As principais demandas referem-se à atualização da PNSILGBT, reformulação do Processo Transexualizador do SUS, ampliação do acesso a medicamentos usados na hormonização e qualificação de serviços e profissionais. As reflexões destacam a importância de políticas públicas integradas, do fortalecimento da assistência farmacêutica e da participação social para garantir integralidade e equidade na atenção à saúde.</p>Livia de Souza GoncalvesNorberto Rech BonettiSilvana Nair Leite ConteziniMarina Raijche Mattozo RoverFilipe Carvalho Matheus Mareni Rocha FariasLuciano Soares
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2026-05-282026-05-28124012310.9771/peri.v1i24.69633Figuras maternas e o direito de escolha
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<p>Com base em estudos feministas interseccionais e decoloniais, este artigo analisa as representações da figura materna como agente moral e social em A filha perdida, de Elena Ferrante, e Por favor, cuide da mamãe, de Shin Kyung-Sook. A partir de contextos culturais distintos – Itália e Coreia do Sul –, examinam-se as ambivalências da maternidade e o afastamento entre mães e filhos como experiências atravessadas por classe, gênero, cultura e poder. Utilizando a literatura como instrumento crítico e simbólico, discute-se a maternidade como prática social e política que envolve tensão, resistência e escolha. As análises revelam como as narrativas desconstroem modelos idealizados e dão visibilidade a vozes maternas periféricas, contribuindo para o debate feminista sobre autonomia, cuidado e identidade.</p>Marceli Aquino
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2026-05-282026-05-28124243510.9771/peri.v1i24.69037Masculinidades e barbearias
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<p>O presente texto tem como objetivo realizar uma revisão bibliográfica dos estudos sobre a masculinidade dentro das barbearias. Busca-se identificar nos artigos como as principais discussões sobre o tema tem sido apresentadas e quais são as definições, conceitos e referenciais teóricos que constituem os trabalhos analisados. Além disso, pretende-se investigar os materiais a partir das perspectivas teóricas da interseccionalidade (Collins, 2022) e da dominação masculina (Bourdieu, 2012), considerando que as proposições sobre a diversidade e as hierarquias de gênero são fundamentais para compreender a construção de identidades e performances masculinas nas barbearias.</p>Valdemar Sobral JuniorRenata Rauta PetarlySariza Oliveira Caetano Venâncio
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2026-05-282026-05-28124366210.9771/peri.v1i24.69112Lez Girls Party
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<p style="line-height: 100%; margin-bottom: 0cm;" align="justify"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Este artigo apresenta parte dos resultados de uma dissertação de mestrado em Psicologia Social, e tem como foco a Lez Girls Party, uma festa voltada para mulheres interessadas em mulheres, realizada entre os anos de 2010 e 2020, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no Brasil. A pesquisa teve por objetivo analisar as transformações ocorridas no formato do evento ao longo do tempo, bem como compreender de que modo discursos políticos e feministas que circulavam no país foram progressivamente incorporados à dinâmica da festa. Para tanto, foram mobilizadas referências bibliográficas sobre sociabilidades LGBTQIAPN+ no Brasil, em especial de mulheres lésbicas, e sobre os circuitos da vida noturna na região central da capital gaúcha. O estudo também se baseou em entrevistas semiestruturadas com frequentadoras da festa e na análise de postagens realizadas em redes sociais associadas ao evento. Os dados indicam que a Lez Girls Party operou como um espaço significativo de produção de subjetividades e de visibilidade para as lesbianidades, contribuindo para a construção de formas coletivas e politizadas de expressão e pertencimento. Ao longo dos anos, no entanto, também se evidenciaram tensões e diferenças internas à comunidade que a festa reuniu, marcada por intersecções de raça, classe, performatividades de gênero, entre outros marcadores sociais. As conclusões apontam, assim, a heterogeneidade das experiências vividas no espaço festivo, bem como a importância de registrar e valorizar memórias lésbicas, que, de outro modo, tenderiam ao apagamento histórico. </span></span></span></span></p>Viviane Rascovetzki TeschePaula Sandrine MachadoRafaela Vasconcelos Freitas
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2026-05-282026-05-28124638410.9771/peri.v1i24.63302