https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/issue/feedRepertório2025-12-21T13:59:55+00:00George Mascarenhasrevistarepertorioufba@gmail.comOpen Journal Systems<p>Periódico do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Criado em 1997, tem como foco a difusão da práxis transdisciplinar em artes cênicas com ênfase em pesquisas articuladas com o desenvolvimento de epistemo-metodologias, processos pedagógicos e de criação, história e dramaturgia, tendências contemporâneas, perspectivas decoloniais, corporeidade, feminismos, gênero, estudos étnico-raciais, performance e tecnodiversidade, saberes e fazeres nas artes cênicas.<br />Area do conhecimento: Artes – Qualis: A1 Artes<br />ISSN(online): 2175-8131 - Periodicidade: Semestral </p>https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/55061La Scène Élargie : Croisements entre Théâtre, Cinéma et Vidéo - des conçus et des poétiques multiples2024-06-28T20:22:45+00:00Julia Carrerajuliacarrera@gmail.comFelisberto Sabino da Costafelisberto@usp.br<p>Le texte aborde la relation entre le théâtre et les technologies numériques, en particulier les images enregistrées et projetées. Il se questionne sur la composition de la "performance en direct" encore constituée d'acteurs en chair et en os, et sur la capacité des écrans à ouvrir de nouveaux espaces pour l'imagination et à altérer la perception du public, explorant ainsi un monde en perpétuel changement. Le texte traite également de l'arrivée des images numériques dans le théâtre, mettant en évidence comment la technologie numérique a élargi les possibilités de création et de documentation de la scène. La présence d'images sur scène modifie la perception du spectateur et élargit les possibilités de la pièce. Le théâtre a toujours entretenu une relation avec le cinéma, mais le langage numérique apporte de nouvelles possibilités et remet en question des concepts tels que l'identification, l'illusion, le spectateur et la présence. Les avancées technologiques ont permis aux créateurs de scène d'étendre leurs méthodes de création, en inventant des dispositifs et en croisant les résultats. À la fin du XXe siècle, des procédures impliquant l'intersection entre le cinéma et le théâtre sont apparues sur la scène théâtrale, telles que l'utilisation de films comme matériau créatif, l'influence du montage accéléré au cinéma sur le rythme de la mise en scène, la projection d'images superposées sur scène, l'utilisation de bandes sonores enregistrées et l'enregistrement des répétitions en vidéo. Ces technologies ont élargi les possibilités de création théâtrale et d'enregistrement des performances en vidéo.</p>2025-08-01T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Julia Carrera 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/62579Les espaces sont vivants : De l'art environnemental d'Hélio Oiticica au théâtre environnemental de Richard Schechner2024-11-26T12:31:22+00:00Moacir Romanini Juniorromanini2014@gmail.com<p>Cette étude cherche à réunir les concepts d'art environnemental, de Hélio Oiticica, et de théâtre environnemental, de Richard Schechnner, dans le but de contribuer aux études sur les arts du spectacle qui s'intéressent à la relation entre l'interprète et la spatialité. À cette fin, il se concentre sur les latences spatiales dans lesquelles les environnements sont coagents dans les processus de création, dans une coexistence qui permet une sorte de sensation d'espace, causée par les corps en déplacement et les interrelations qui y sont générées. Enfin, dans cette relation de communion avec l'environnement, on estime que la prise en compte effective de l'espace comme état de vie donne à l'acte créatif la condition d'une rupture quotidienne, dans le corps de l'artiste et dans le corps du monde.</p>2025-08-01T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Moacir Romanini Junior 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/61614Um Moçambique inserido no mundo: a peça Desmascarado, de Venâncio Calisto2025-05-12T13:50:01+00:00Carlos Gontijo Rosacarlosgontijo@gmail.comBeth Braitbbrait@uol.com.br<div> <p class="CorpoA"><span lang="PT">Ao analisar </span><span lang="IT">a pe</span><span lang="PT">ça <em>Desmascarado</em>, do autor moçambicano Venâncio Calisto, os dois aspectos mais evidentes são o conflito entre as personagens Am</span><span lang="FR">é</span><span lang="PT">lia e Arcanjo como reflexo</span><span lang="IT"> e met</span><span lang="PT">áfora das disputas entre feminilidade </span><em><span lang="DE">versus</span></em><span lang="PT"> masculinidade e tradição </span><em><span lang="DE">versus</span></em><span lang="PT"> modernidade. Naquela, a peça </span><span lang="FR">é </span><span lang="PT">uma reação à visão da mulher para um certo tipo de ancestralidade em que se calca uma cultura popular moçambicana (</span><span lang="IT">a pe</span><span lang="PT">ça, o contexto da dança mapiko); nesta, a forma como as personagens se veem e como interagem com os acontecimentos do mundo contemporâneo. Na peça, todas as marcas de passado remetem ao retr</span><span lang="ES-TRAD">ó</span><span lang="PT">grado e ultrapassado, colocando tamb</span><span lang="FR">é</span><span lang="PT">m em questão a supervalorização de uma cultura local. Assim, vemos como essa </span><span dir="RTL" lang="AR-SA">“</span><span lang="PT">nova geração” da dramaturgia africana em língua portuguesa interage com um passado plural e com um presente que inexoravelmente chega para todas as sociedades.</span></p> </div>2025-08-01T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Carlos Gontijo Rosa, Beth Brait 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/61587Por um gesto honesto: Rubens Barbot e a dança negra contemporânea2024-06-30T14:35:07+00:00Leandro da Conceição Borgesleandrocb@bol.com.brPaulo Melgaço da Silva Juniorpmelgaco@uol.com.br<p>O artigo discute a importância do trabalho de Rubens Barbot na dança contemporânea e propõe a rememoração de sua obra no campo da educação. A Companhia Rubens Barbot de Dança-Teatro foi a primeira companhia de dança contemporânea negra formada por artistas negros, que buscava valorizar os corpos dos seus bailarinos e hibridizar a cultura com a dança contemporânea. O texto argumenta que, em um contexto em que a memória das lutas é invisibilizada, é importante trazer as propostas de Barbot e apresentá-las aos estudantes, a fim de promover uma educação antirracista e descolonizar corpos e mentes. Por fim, os autores também destacam a importância de conectar-se à ancestralidade para promover novos saberes e modos de ver, viver e estar no mundo.</p>2025-08-01T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Leandro da Conceição Borges, Paulo Melgaço da Silva Junior 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/47250Benefícios do ballet para pessoas com deficiência visual: estudo baseado na percepção da família2022-02-08T01:50:34+00:00Ana Beatriz Sales Silvassalesbeatriz@gmail.comMarcos Antônio Almeida Camposmarcosalmeidacampos@gmail.comLívia Gomes Viana Meirelesliviagviana@ufc.brMário Antônio de Moura Simimmario.simim@ufc.br<p>Nosso estudo objetivou caracterizar quais os benefícios do ballet para pessoas com Deficiência Visual (DV) na percepção da família. Participaram do estudo cinco mães (idade 38 a 46 anos). Suas filhas bailarinas com DV de natureza congênita (idade 13 a 22 anos), praticantes de balé clássico a três anos. A coleta de dados consistiu na aplicação de entrevista semiestruturada (via whatsapp) com questões relativas aos benefícios do ballet para jovens com DV. Nossos resultados indicaram benefícios relacionadas ao bem-estar e realização, a autoestima e a felicidade; melhora da postura, o equilíbrio e melhora da independência. Concluímos que na percepção das mães das bailarinas com DV os benefícios foram o desenvolvimento das filhas nos aspectos psicológicos e físico-motores.</p>2025-08-01T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Ana Beatriz Sales Silva, Marcos Antônio Almeida Campos, Lívia Gomes Viana Meireles, Mário Antônio de Moura Simim 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/45646Práticas somáticas em dança como terapia para pessoas com doença de Parkinson: experiências com o método Baila Parkinson.2024-07-30T13:41:57+00:00Wallesson Amaral Alcantarawkwallesson01@gmail.comJuliana dos Santos Duartejulianadsantosduarte@gmail.comLane Viana Krejcoválanekrejcova@gmail.com<p>Este artigo discute as práticas terapêuticas para pessoas com doença de Parkinson (DP) através do método Baila Parkinson, elaborado a partir de técnicas de dança associadas a conceitos e técnicas multiprofissionais em reabilitação. A DP altera o esquema, a imagem e a consciência corporal, de acordo com a progressão da doença e com características individuais do sujeito. Seus sintomas levam ao aumento da dependência, isolamento social, depressão, perda de controle, vinculados à natureza imprevisível da doença, que agravam a condição deste corpo para além da patologia. Através do método Baila Parkinson, discutiremos a lógica relacionada aos benefícios das práticas somáticas na dança na promoção da consciência corporal e do autoconhecimento por meio da experiência artística. A recuperação do contato com o próprio corpo e o aumento do senso de controle através da exploração das suas possibilidades podem promover benefícios motores, psicológicos, cognitivos e sociais, atenuando o quadro clínico. Acreditamos que no cenário terapêutico alguns conceitos provenientes da educação somática podem auxiliar a conscientização do corpo, como a observação interna a partir da interação com objetos, mapa gestual e respiração como suporte do movimento. Tudo numa cronologia dividida entre sentir, perceber e intencionar através de experimentações de conexão com o corpo.</p>2025-08-01T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Wallesson Amaral Alcantara, Juliana dos Santos Duarte, Lane Viana Krejcová 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/71546A POLÍTICA DE IDENTIDADE: UMA PERSPECTIVA CRÍTICA NA E SOBRE A ARTE2025-12-21T13:59:55+00:00DJALMA THÜRLERdjalmathurler@uol.com.brCARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA WOYDAdudawoyda@gmail.comLEANDRO COLLINGleandro.colling@gmail.com<p>Apresenta os textos da seção EM FOCO. A política de identidade:<br>uma perspectiva crítica na e sobre a arte teve o objetivo de reunir textos<br>que pudessem problematizar as identidades em um momento em que<br>surgem novos discursos críticos às identidades, agora produzidos por uma<br>série de intelectuais progressistas, de esquerda e/ou liberais.</p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés DJALMA THÜRLER, CARLOS EDUARDO DE OLIVEIRA WOYDA, LEANDRO COLLING 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/69113Escritas do eu, identificações e cena teatral:2025-08-20T17:19:27+00:00ALBERTO FERREIRA DA ROCHA JUNIORtibaji@ufsj.edu.br<p>O objetivo deste artigo é refletir sobre as relações entre a questão das identidades, a cena teatral e as escritas do eu, a partir da análise do processo de criação e da encenação de duas peças: <strong>Pequenos excessos</strong> e <strong>Greta Garbo: Quem diria? Se acabou de me amar</strong>, produtos de projetos de pesquisa. A partir desses dois espetáculos, mostramos como as fronteiras entre personagens e atores/atrizes podem ser fluidas, transitando entre processos identificatórios e desidentificatórios, obrigando o público a refletir sobre esses processos, em vez de oferecer respostas prontas sobre os mesmos. O artigo trata de sexualidades dissidentes, a partir de Muñoz (1999) e Rolnik (2018).</p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés ALBERTO FERREIRA DA ROCHA JUNIOR 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/69118Teatros Feministas e democracia2025-08-20T17:07:41+00:00Daiane Dordete Steckert Jacobsddordete@gmail.com<p>Este artigo analisa como os Teatros Feministas, em suas diversas linguagens, pautas e abordagens, estruturam – a partir de produções que se cruzam com as atividades de ensino, pesquisa e extensão da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina, Brasil) – discussões políticas que refletem a fragilidade da incipiente democracia brasileira. Muitas garantias constitucionais ainda não foram concretizadas, e essas demandas continuam encontrando no teatro um espaço propício para denúncia e discussão. No Brasil recente, vivenciamos um golpe de Estado contra a presidente eleita Dilma Rousseff em 2016 e a eleição de um presidente ultraconservador e neoliberal, cujo mandato (2019-2022) foi fortemente marcado pelo desmonte de políticas públicas nas áreas de cultura e educação. Nesse contexto, analisarei cinco trabalhos desenvolvidos no Departamento de Artes Cênicas e no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UDESC neste período pós-golpe de 2016, contextualizando-os no campo dos Teatros Feministas e discutindo como temas políticos relacionados a pautas democráticas brasileiras foram abordados nos espetáculos: “Celas e Elas”, com direção e dramaturgia de Daiane Dordete e atuação de Samira Sinara; “Nenhuma a Menos”, de Stephanie Liz Polidoro; “Canto para quem é de noite”, do Coletivo Nega; “Bruxas, Santas, Loucas, Velhas, Meninas, Belas, Recatadas e do Lar”, de Jussyanne Emídio; e “Arapuca”, de Cae Linn Beck da Silva.</p> <p><br style="font-weight: 400;" /><br style="font-weight: 400;" /></p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Daiane Dordete Steckert Jacobs 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/69017Geni é bicha: dissidência queer, performatividade e disputas de sentido2025-09-06T17:37:47+00:00Djalma Thürlerdjalmathurler@uol.com.br<p>Este artigo propõe uma análise crítica da peça </p> <div><em>Ópera do Malandro</em></div> <p>, de Chico Buarque, com ênfase na construção dramatúrgica da personagem Geni. Partindo da faceta dramatúrgica, a menos conhecida do autor, examina-se como sua peça adota estratégias do teatro épico brechtiano para construir uma crítica ambivalente e irônica à ordem social. O estudo retoma a caracterização original de Geni/Genivaldo, figura masculina afeminada, a fim de tensionar releituras identitárias recentes que promovem uma normatização de sua identidade de gênero. Com base na “perfechatividade de gênero” (Colling et al.) e na crítica <em>queer </em>à pós-verdade, discutem-se as controvérsias em torno da escalação de Thainá Duarte para o filme Geni e o Zepelim, de Anna Muylaert. Em diálogo com o dossiê, o artigo interroga o papel da identidade na arte crítica contemporânea, propondo que Geni, em sua ambiguidade, desafia tanto as normas da masculinidade quanto os imperativos atuais da representatividade, emergindo como figura bicha dissidente e irredutível às categorias fixas do reconhecimento.</p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Djalma Thürler 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/69353Dramatização sobre monumentos coloniais e práticas decoloniais2025-08-20T16:55:08+00:00Carlos Eduardo de Oliveira Woydadudawoyda@gmail.com<p style="font-weight: 400;">Dramatização sobre monumentos coloniais e práticas decoloniais, parte da proposta teórico-metodológica da desmontagem <em>queer</em> do monumental (Thürler, 2023) para refletir criticamente sobre as disputas simbólicas em torno da memória e da história. Tomando como ponto de inflexão a morte de George Floyd, em 2020, e a subsequente onda global de contestação a monumentos coloniais — com episódios registrados em países como Estados Unidos, Reino Unido, Bélgica e Brasil —, o trabalho propõe uma ficcionalização dramatúrgica a partir do incêndio da estátua do bandeirante Borba Gato, ocorrido em São Paulo, em 2021. Através de uma troca de mensagens entre três personagens femininas em um grupo de WhatsApp, constrói-se uma narrativa não canônica, que tensiona práticas normativas e questiona convenções da escrita acadêmica. Ao adotar uma estética dramatúrgica e ensaística, o texto visa tanto propor novas formas de produção de conhecimento quanto discutir criticamente os legados da história colonial e as possibilidades de emancipação simbólica e política dos sujeitos subalternizados no presente.</p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Carlos Eduardo de Oliveira Woyda 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/69115Hermenêutica decolonial LGBTI+ e Censuras Performativas no Brasil Contemporâneo2025-08-25T11:19:13+00:00Anderson Gomes Paes Barrettoandersonpbarretto@gmail.com<p>Este artigo analisa censuras a performances LGBTI+ no Brasil contemporâneo, com foco em casos emblemáticos como a exposição Queermuseu (2017) e a peça teatral O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu (2019), para denunciar a existência de um movimento político e performativo contrário à legitimação das identidades dissidentes da norma cisgênera e heterossexual. Para análise desses casos, propomos uma hermenêutica decolonial LGBTI+ como método de leitura crítica utilizado para interpretar as artes LGBTI+ no período em questão como textos que desestabilizam normatividades e produzem saberes que desobedecem a lógica colonial epistemológica. A análise propõe um olhar sensível à potência estética como forma de resistência e afirmação de identidade.</p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Anderson Gomes Paes Barretto 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/69120Démontage visuel des performances de combat qui génèrent les images d'agrumes du travesti2025-08-20T17:01:34+00:00Marina Silvério da Silvamarina.silvemar@gmail.comDaiane Dordete Steckert Jacobsdaiane.jacobs@udesc.br<p>Cet article explore les concepts que j'ai développés en tant qu'artiste transgenre dans le milieu de la performance et des arts visuels, à partir de processus créatifs aboutissant à des performances démantelées et transformées en images. Avec une structure d'écriture qui critique les modèles normatifs utilisés par les enseignants dans l'évaluation des élèves, et qui nous accompagne depuis l'éducation de base jusqu'à la formation académique, le texte explore la possibilité que cette construction identitaire normative influence également nos performances de genre et s'ancre dans nos comportements lorsqu'elle entre en conflit avec ces modèles et normes à suivre dès la petite enfance. Il met en lumière l'existence de corps transgenres désobéissants qui prennent position, étudient la violence structurelle et enseignent, donnant ainsi voix à l'existence d'identités dissidentes, expliquant ces concepts transcendants et repensant d'autres manières libres et aisées de penser et de créer de l'art trans.</p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Marina Silvério da Silva, Daiane Dordete Steckert Jacobs 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/69117Pedagogias Insurgentes e Visibilidade Dissidente2025-08-20T17:15:57+00:00José Rodolfo Lopes da Silvajrodolfolopes@hotmail.com<p>Este artigo analisa como as exposições fotográficas <em>Duo Drag</em> (Brasil) e <em>Cidade de Protesto</em> (Portugal) operam como tecnologias pedagógicas que mobilizam performances identitárias no espaço público. A partir do conceito de pedagogias insurgentes, investigo como copos dissidentes utilizam estratégias performativas para contestar racionalidades normativas e (re)articular representações sobre gênero e sexualidade. A metodologia combina análise de imagens, entrevistas com participantes e fundamentação teórica nos estudos da performance e nas teorias <em>queer</em>. Os resultados evidenciam que exposições fotográficas funcionam como dispositivos curatoriais capazes de transformar espectadoras/es em co-participantes de processos de desestabilização e reconhecimento. Conclui-se que tais práticas constituem formas contemporâneas de ativação estética e política, nas quais a arte atua como veículo de transformação política e subjetiva.</p>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés José Rodolfo Lopes da Silva 2025https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revteatro/article/view/68595Da celebração e solidariedade ao pessimismo: reflexões sobre cinco exposições de artistas negros/as em museus de Nova York2025-08-20T17:09:51+00:00Leandro Collingleandro.colling@gmail.com<div><em>O texto trata sobre cinco grandes exposições que estavam em cartaz em importantes museus localizados na cidade de Nova York durante a segunda quinzena de junho de 2024 e evidencia como elas nos dão pistas importantes sobre algumas das principais características das artes visuais negras da atualidade e de como elas têm sido expostas e explicadas ao público. Enquanto algumas delas possuem aspectos mais celebrativos, afrofuturistas e/ou feministas que marcam a resistência negra, outra dialoga mais com perspectivas afropessimistas.</em></div>2025-12-24T00:00:00+00:00(c) Tous droits réservés Leandro Colling 2025