ENTRE O CÉU REFLETIDO E A TERRA HABITADA: FÉ, PAISAGEM E AFETOS NO COTIDIANO SILENCIOSO

Autores

Palavras-chave:

ensaio fotográfico, fé, espiritualidade

Resumo

 A paisagem não é apenas um recorte físico do espaço, mas uma experiência sensível, simbólica e relacional. Ela se constrói na intersecção entre natureza, cultura e subjetividade, operando como mediadora de afetos, memórias e práticas de fé. No cotidiano, especialmente em contextos não ritualizados, a espiritualidade se manifesta de forma sutil, silenciosa e encarnada nos gestos simples, nos espaços habitados e nos tempos suspensos da vida ordinária.
Este ensaio fotográfico propõe uma leitura da paisagem como lugar de fé vivida, onde o sagrado não se apresenta de forma explícita, mas emerge da harmonia entre o humano, o natural e o construído. A imagem analisada captura um cenário doméstico que, à primeira vista, parece banal: um quintal com piscina, vegetação, cadeiras vazias e o horizonte urbano ao fundo. Contudo, ao ser observada com atenção, revela-se como um espaço de espiritualidade cotidiana, onde o afeto e a contemplação transformam o ordinário em experiência transcendente. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2026-05-26

Como Citar

Barboza Silva, F. (2026). ENTRE O CÉU REFLETIDO E A TERRA HABITADA: FÉ, PAISAGEM E AFETOS NO COTIDIANO SILENCIOSO. Revista Interdisciplinar De Gestão Social, 14(1). Recuperado de https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/rigs/article/view/71887

Edição

Seção

Contribuição Fotográfica