SOCIAL BOUNDARIES AND IDENTITIES IN THE TERRITORY OF THE SERRA DA MESA HYDROELECTRIC DAM COMPLEX, BRAZIL
DOI:
https://doi.org/10.9771/geo.v0i1.74568Keywords:
border, identity territory, othernessAbstract
This article aims at discussing the notions of territory, borders and territoriality. As a case, the article focuses on the social relations which were created with the construction of the Serra da Mesa Hydroelectric Power Plant in the northern region of Goias state. The meaning of the word ‘border’ is ambiguous and not broadly debated in the geography field. In this article, ‘border’ is regarded as a socio-spatial boundary. ‘Border’ will be discussed by taking into account its implications for the configuration of the territory and for the understanding of identity and otherness that ascertain the identity territories. The analysis ends up with different perspectives to the territories and territorialities with regard to new social dynamics and persistence and the construction of identities.
Downloads
References
ALMEIDA. M. G. A captura do cerrado e a precarização de territórios: um olhar sobre sujeitos excluídos. In: ALMEIDA, M. G. (Org.). Tantos Cerrados. Goiânia: Editora Vieira, 2005a. p. 321-347.
ALMEIDA, M. G. Fronteiras, territórios e identidades. Revista da Anpege, ano 2, p. 103-114, 2005b.
ALMEIDA, M.G. A Reinvenção da Natureza. Espaço e Cultura, n. 17 e 18, p. 41-54, jan.-dez. 2004.
ALMEIDA, M. G. Cultura Ecológica e Biodiversidade. Mercator, ano 2, n. 3, p. 71-82, 2003.
ANDRADE, S. M. 2002. 298f. O patrimônio histórico arqueológico de Serra da Mesa: a construção de uma nova paisagem. Tese (Doutorado em Geografia) - Departamento de Geografia, Universidade de São Paulo, 2002.
AUBERTIN, C. (Org). Fronteiras. (prefacio de Becker Becker) Brasília: Editora da Universidade de Brasília/ORSTOM, 1988. 250 p.
BHABHA, H. O local da cultura. Belo Horizonte: UFMG, 2003. 395 p.
BARREIRA, C. C. M. A. Região da Estrada do Boi: usos e abusos da natureza. Goiânia: Editora da UFG, 1997. 223 p.
BASSAND, M. Cultures et régions d’Europe. Lausann, Suisse: Presses Polytechniques et Universitaires Romandes, 1990. 201 p.
BERQUE, A. Paysage-empreinte, paysage-matrice: éléments de problématique pour une géographie culturelle. L’espace géographique, v. 19, n. 1, p. 33-36, 1984.
BONNEMAISON, J.; CAMBREZY, L. La Lien entre frontierès et identités. Géographie et Cultures, n. 20, p. 6-15, 1996.
CANCLINI, N. G. Escenas sin território:cultura de los migrantes e identidades em transición . In: ARCE, J. M. V. (Dir.). Decadência y auge de las identidades. Cultura Nacional, identidade cultural y modernización. Tijuana: El Colegio de la Frontera Norte, 2000. p.191-208.
CASTELLS, M. O poder da identidade. São Paulo: Paz e Terra, 1999. 617 p.
CASTRO, E. V.; ANDRADE, L. M. M. de. As hidrelétricas do Xingu e os povos indígenas. Comissão Pró-Índio de São Paulo,1998.
CLAVAL, P. La géographie culturelle. Paris: Nathan, 1995. 384 p.
COSGROVE, D. Works of meaning: Cultural Geography and the Imagination. In: FOOTE, K. et al. (Dir.). Re-Reading Cultural Geography. Austin: University of Texas Press, 1994. p 387-395. Publié au Brésil, 2000, In: CORRÊA, R. L.; ROSENDAHL, Z. Geografia Cultural: um século (2). Rio de Janeiro: Eduerj, p.33-60.
DEL RIO, JM. V. Fronteras, Territorios e identificaciones colectivas. Sevilla: Fundación Blas Infante, 1998. 289 p.
ESCOBAR, A. El final del salvaje. Naturaleza, cultura y política en la antropologia contemporánea. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropologia/ CEREC, 1999. 418 p.
FAY, C. Goupes et territoires au Maasina (Mali). Logiques du contrat et logiques de la force. Géographie et Cultures, n. 20, p. 31-44, 1996.
GARCIA, A. S. Epistemologia del concepto frontera en el pensamiento latino americano. In: ZEA, L.; TABOADA, H. (Comp.). Latinoamérica en la globalización y el tercer milenio. México: Instituto Panamericano de Geografia e Historia: Fondo de Cultura Econômica, 2002. p. 56- 79.
GIMÉNEZ, G. Território, cultura e identidades. La región sociocultural. In: BARBERO, J. M.; ROCHE, F. L.; ROBLEDO, A.(Ed.). Cultura y Región. Bogotá: Ces/ Universidad Nacional /Ministerio de Cultura, 2000. p. 87-132.
HAESBAERT. R. Território, Cultura e Des-Territorialização. In: ROSENDAHL, Z.; CORRÊA R. L. (Org.). Religião, Identidade e Território. Rio de Janeiro, EdUERJ, 2001. p. 115-144.
HALL, S. Da diáspora. Identidades e Mediações Culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG; Brasília: Representação da UNESCO no Brasil, 2003. 434 p.
HOUAISS, A. et al. Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Objectiva, 2001. 2566 p.
LACOSTE,Y. Préambule/Etat-Nation/Pétrole. Dictionnaire de géopolitique. Paris: Flammarion, 1993.
LE BERRE, M. Territoires. In: BAILLY, A.; FERRAS, R.; PUMAIN, D. (Dir.). Encyclopédie de Géographie. Paris: Economica, 1992. p. 617- 638.
MARTINS, J. S. A fronteira. A degradação do Outro nos confins do humano. São Paulo: HUCITEC, 1997. 213 p.
PALACÍN, L.; MORAES, M. A. História de Goiás (1722-1972). Goiânia: Ed. da UFG, 1989. 158 p.
PEQUENO, L. A. Terra Indígena Aná Canoeiro. Demarcação indefinida: risco de sobrevivência étnica. Revista de Estudos e Pesquisas, FUNAI, Brasília, n. 2, p. 171-182, 2005.
RIGONATO, V. 2005. 259f. O modo de vida das populações tradicionais e a inter-relação com a paisagem do Cerrado da microrregião da Chapada dos Veadeiros. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Instituto de Estudos Socioambientais, Universidade Federal de Goiás, 2005.
SAUER.C. O. Cultural Geography. In: Encyclopedia of the Social Sciences, v. VI. New York, Mac Millan, 1996 (1931). Publié au Brésil em Espaço e Cultura, n.3, p. 01-08.
SEPLAN. Anuário Estatístico de Goiás. Governo de Goiás, 2009.
VIGNAUX, G.; FALL, K. Processus cognitifs, processus culturels, du language et de la culture comme jeux sur “les frontières”. In : TURGEON, L. ; LÉTOURNEAU, J.; FALL, K. (Dir.). Les espaces de I`identité. Québec: Les Presses de I`Université Laval, 1997. p.302-313.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o artigo simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Creative Commons CC BY que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista. Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original. É a licença mais flexível de todas as licenças disponíveis. É recomendada para maximizar a disseminação e uso dos materiais licenciados. Ver o resumo da licença em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Ver o texto legal da licença em: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Consulte o site do Creative Commons: https://creativecommons.org/licenses/?lang=pt
Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).
