Edições anteriores

  • Dossiê Mobilidades do/no Sul
    v. 4 n. 1 (2025)

    Este dossiê reúne pesquisas que ampliam os estudos das mobilidades a partir de perspectivas do, no e desde o Sul Global. Ao privilegiar publicações em português e espanhol e promover diálogos Sul-Sul, a edição articula contribuições sobre migrações, turismo, cidades, infraestruturas, materialidades, justiça, clima e desigualdades. O conjunto evidencia o potencial analítico das mobilidades para compreender as dinâmicas contemporâneas de circulação e (i)mobilidade em diferentes contextos sociais e territoriais.

  • Antologia Básica: Giro Decolonial em Debate — Tomo 1: Espaços
    v. 3 n. 1 (2024)

    Este tomo inaugura a Antologia Básica: Giro Decolonial em Debate, reunindo traduções de textos fundamentais para o debate entre decolonialidade e espaço, originalmente publicados entre 1999 e 2022. Em vez de um dossiê temático ou de artigos inéditos, a edição organiza uma seleção crítica de escritos já consagrados, articulando design, território, patrimônio, cidade, natureza e arquitetura. A proposta é oferecer uma porta de entrada qualificada para a compreensão das potencialidades, tensões e desdobramentos espaciais do giro decolonial, fortalecendo a circulação desse debate em língua portuguesa.

  • Para todos verem: capa da revista, com um homem negro fumando um cigarro, junto ao logo da revista Laje e as informações do volume 3 do dossiê.

    Dossiê Cidades Africanas — Volume 3: Cidades, raça e emergências na África e na diáspora
    v. 2 n. 2 (2023)

    Este terceiro e último volume do dossiê Cidades Africanas, intitulado Cidades, Raça e Emergências na África e na Diáspora, reúne entrevistas, artigos, ensaios e resenhas que articulam raça, espaço e cidade diante das emergências contemporâneas. Ao discutir temas como pandemia, migrações, refúgio, racismo, justiça cognitiva e segregação socioespacial, a edição evidencia como práticas espaciais, saberes ancestrais e epistemologias negras oferecem caminhos para compreender e transformar cidades e territórios na África e na diáspora.

  • Para todos verem: capa com logo da revista Laje. No primeiro plano, jovem negro de boné. Ao fundo e à esquerda, paisagem da orla de Salvador-BA. À direita e abaixo, círculo amarelo com título do dossiê.

    Dossiê Cidades Africanas — Volume 2: Cidades e arquiteturas afrodiaspóricas
    v. 2 n. 1 (2023)

    Este segundo volume do dossiê Cidades Africanas, intitulado Cidades e Arquiteturas Afrodiaspóricas, dá continuidade às discussões iniciadas no primeiro volume ao deslocar o foco para os territórios afrodiaspóricos. Reunindo entrevistas, artigos, ensaios visuais e resenha, a edição aborda cidades, arquiteturas, patrimônios, religiosidades, movimentos sociais e práticas espaciais negras. Em conjunto, os textos discutem enfrentamentos, resistências, apagamentos, permanências e reinvenções afrodiaspóricas, valorizando as contribuições do povo negro à arquitetura, ao urbanismo e à produção da cidade, historicamente invisibilizadas.

  • Para todos verem: à esquerda, no alto, logo da revista Laje, com número e ano; abaixo, título do dossiê em preto, à frente de círculo; à direita mulher negra com traje com padronagem alusiva à África com braço estendido e punho cerrado, à frente de retângulo e círculos. Ao fundo, colagens de imagens de cidades com intervenções geométricas.

    Dossiê Cidades Africanas — Volume 1: Cidades e arquiteturas na África
    v. 1 n. 1 (2022)

    Este número inaugural da Laje apresenta seu projeto editorial dedicado à produção, à circulação e ao fortalecimento dos estudos decoloniais, com ênfase nas dimensões espaciais da colonialidade e nos diálogos Sul–Sul. A edição traz o Volume 1: Cidades e Arquiteturas na África do dossiê Cidades Africanas, reunindo entrevistas, traduções inéditas, artigos, ensaio visual e resenha de pesquisadoras e pesquisadores da África, da América Latina, da Europa e dos Estados Unidos. Em conjunto, os textos questionam narrativas eurocêntricas sobre cidade, arquitetura e território, valorizam epistemologias africanas e ampliam os repertórios críticos dos estudos urbanos.