Assistência farmacêutica e saúde trans no SUS
reflexões da 17ª Conferência Nacional de Saúde
DOI:
https://doi.org/10.9771/peri.v1i24.69633Resumo
Pessoas trans enfrentam barreiras no acesso à saúde no Brasil, sendo algumas relacionadas ao uso de medicamentos. O controle social tem contribuído para ampliar os direitos da população LGBTQIAPN+ no SUS. Este estudo apresenta reflexões derivadas da pesquisa-formação, com base na participação da primeira autora na 17ª Conferência Nacional de Saúde e em dois eventos preparatórios, analisando a inserção das temáticas “saúde de pessoas trans” e “assistência farmacêutica”. Foram identificadas 39 pautas relacionadas à população LGBTQIAPN+, das quais 94,9% incluíam pessoas trans. As principais demandas referem-se à atualização da PNSILGBT, reformulação do Processo Transexualizador do SUS, ampliação do acesso a medicamentos usados na hormonização e qualificação de serviços e profissionais. As reflexões destacam a importância de políticas públicas integradas, do fortalecimento da assistência farmacêutica e da participação social para garantir integralidade e equidade na atenção à saúde.
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Copyright (c) 2026 Livia de Souza Goncalves, Norberto Rech Bonetti, Silvana Nair Leite Contezini, Marina Raijche Mattozo Rover, Filipe Carvalho Matheus, Mareni Rocha Farias, Luciano Soares

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