Educación, valores afrocivilizadores y actividad afroreferenciada como camino de atención a las infancias negras

Autores/as

  • Leandra Pires de Souza Universidade Federal do Rio de Janeiro https://orcid.org/0009-0001-8154-9569
  • Marcia Cabral da Costa Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • Stefanie de Fátima Rodrigues Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.9771/re.v15i1.65984

Palabras clave:

educación, racismo, antirracismo, infancia negra, herencia africana

Resumen

Este trabajo narra la experiencia de estudiantes del proyecto de extensión universitaria “Identidades Abiertas” del Laboratorio Iṣẹ́/UFRJ. Su objetivo es mostrar el poder del acceso a actividades con referencia a la cultura africana para niños y adolescentes que reciben atención de salud mental en un servicio público de Río de Janeiro, y, a través de ellas, la construcción de valores afrocivilizatorios. El estudio resalta la importância de la educación con referencia a la cultura africana y las alianzas entre universidades y servicios de salud pública, utilizando un enfoque cualitativo y participativo como metodología. Los resultados demuestran la importância de la educación antirracista para la promoción de la igualdad racial desde la infancia, y concluye que las actividades con referencia a la cultura africana son prometedoras para construir un futuro más justo e igualitario para la infancia negra.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Marcia Cabral da Costa, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Professora adjunta do Departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina e do Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social (IP/CFCH) da UFRJ. Coordena o Laboratório de Estudos Africanos, integrado às atividades e à Terapia Ocupacional -Isé; (Lab Isé) - UFRJ. Coordenadora da pesquisa em parceria UFRJ e Ministério da Igualdade Racial intitulada "Ações que fortaleçam prá1cas agroecológicas, fornecimento energé1co e saneamento básico dos povos e comunidades tradicionais de matriz africana, povos de terreiro, quilombolas e ciganos". É membro do Grupo de Pesquisa Laboratório de Memórias, Territórios e Ocupações: Rastros Sensíveis/UFRJ/CNPq e do Atividades Humanas e Terapia Ocupacional/ UFSCar/CNPq (Linha de pesquisa AAAfroNTO: Atividades Afrorreferenciadas e Afroacessibilidade Cultural, Negritude e Terapia Ocupacional). Tem atuado, lecionado, orientado e pesquisado epistemologias afro-diaspóricas, investindo, mais especificamente, nos saberes dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana. Possui graduação em Terapia Ocupacional (1997) e em Fisioterapia (1995) pela Universidade Castelo Branco, especialização em Clínica Transdisciplinar e Instituição Pública (2002), mestrado (2004) e doutorado (2017) em Psicologia nos Estudos da Subjetividade pela Universidade Federal Fluminense, e Especialização em História e Cultura Africana(s) e Afro-brasileira(s) pela Universidade Santa Úrsula/Instituto Pretos Novos (2021). Superintendente de Saberes Tradicionais do Fórum de Ciência e Cultura (2022-2024). Coordenação do Curso de Terapia Ocupacional na UFRJ (2011-2015/2018-2020)

Stefanie de Fátima Rodrigues, Universidade Federal do Rio de Janeiro

É graduanda de Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É membro extensionista no Laboratório de Estudos Africanos, integrado às atividades e à Terapia Ocupacional -Isé; (Lab Isé) - UFRJ desde 2024. Atuou como monitora pelo Departamento de Ciência Política no primeiro semestre de 2024

Citas

ASPHE, Revista História da Educação. Lei n. 1, de 1837, e o decreto n. 15, de 1839, sobre Instrução Primária no Rio de Janeiro – 1837.

Revista História da Educação, Porto Alegre, v. 9, n. 18, p. 199–205, 2012. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/asphe/article/view/29135. Acesso em: 2 abr. 2026.

BRAGA, Lia Franco. Performance de corpos brincantes: cultura africana e artes cênicas na educação infantil. 2019. 214f. Dissertação (Mestrado em Artes Cênicas) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/28544. Acesso em: 2 abr. 2026.

BRASIL. Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2003. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/ L10.639.htm. Acesso em: 2 abr. 2026.

BRASIL. Lei n. 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. “Brasília, DF: Presidência da República, 2008”. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm. Acesso em: 2 abr. 2026.

CHAVEIRO, Maylla Monnik Rodrigues de Sousa. Psicologia Africana e Clínica Afrocentrada: Estratégias e Ferramentas Metodológicas. Revista da ABPN, “v. 16, c. 1.p. 893-927”, Edição especial, set. 2023. Disponível em: https://abpnrevista.org.br/site/article/download/1590/1429/4589.Acesso em: 2 abr. 2026.

CLASTRES, Pierre. Arqueologia da violência: pesquisas de antropologia política. Tradução: Paulo Neves. São Paulo Cosac & Naify“, 2004” . 328 p. Disponível em: https://we.riseup.net/assets/403951/CLASTRES%2C+Pierre. +Arqueologia+da+violencia+pesquisas+de+antropologia+politica.pdf. Acesso em: 18 nov. 2024.

COSTA, Juli Cabral. Afro-acessibilidade Cultural. 2019. 51 f. Trabalho de conclusão de curso (Especialização “em Acessibilidade Cultural”) - Departamento de Terapia Ocupacional, Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2019.

COSTA, Marcia Cabral. Clínica anímica: agenciamentos entre corpos humanos e não-humanos como pro-dução de subjetividade. Tese (Doutorado “em Psicologia”) – Instituto de Psicologia, Universidade Federal Fluminense, Instituto de Psicologia, 2017.

COSTA, Marcia Cabral; SANTOS, Anna Carolina; SOUZA, Jean Vital; COSTA, Juli Cabral; PORTO, Ramires Milena; FREIRE, Sarah Rodrigues. Laboratório IṢẸ́ : Construções de estratégias para restituição histórica e existencial de pessoas negras. Revista Interinstitucional Brasileira De Terapia Ocupacional v. 2, n. 5, p. 734-741, ago. 2020. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/ribto/article/view/36913. Acesso em: 2 abr. 2026.

DALTRO, Mônica Ramos; FARIA, Anna Amélia. Relato de experiência: uma narrativa científica na pós-modernidade. Estudos e Pesquisas em Psicologia, Rio de Janeiro, v. 19, n. 1, p. 223-237, abr. 2019.Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/revispsi/article/view/43015/29664. Acesso em: 2 abr. 2026.

GERBER, Raquel(Produtora). ÔRÍ. Brasil: Estudios Mega, 2008. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1PBQutmbrgakx63IUU D8qOgIM2wKVId4n/view?pli=1. Acesso em: 2 abr. 2026.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003. Disponível em: https://www.gepec.ufscar.br/publicacoes/livros-e-colecoes/paulo-freire/pedagogia-do-oprimido.pdf/view. Acesso em: 2abr. 2026.

FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Salvador: Edufba, 2008. Disponível em: https://fr.scribd.com/document/385519579/Pele-Negra-Mascaras-Brancas. Acesso em: 2 abr. 2026.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. A inserção da população negra no mercado de trabalho. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://www.dieese.org.br/infografico/2023/populacaoNegra/index.html?page=2. Acesso em: 2 abr. 2026.

KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano. Rio de Janeiro: Cobogó, 2019.

MACHADO, Adilbênia Freire. Ancestralidade e encantamento como inspirações formativas: filosofia africana mediando a história e cultura africana e afro-brasileira. 2014. 240 f. Dissertação (Mestrado “em Educação”) Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2014. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/16155. Acesso em: 2 abr. 2026.

MACHADO, Adilbênia Freire; OLIVEIRA, Lorena Silva. Memórias ancestrais e filosofias africanas forjando caminhos para uma educação afrorreferenciada. Práxis Educativa, Ponta Grossa, v. 17, p. 1-15, 2022. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/19478/209209216149. Acesso em: 2 abr. 2026.

MARINS, Luiz L. Òrìsà dídá ayé: òbátálá e a criação do mundo iorubá. África, São Paulo, n. 31-32, p. 105–134, 2012. Disponível em: https://revistas.usp.br/africa/article/view/115347. Acesso em: 2 abr. 2026.

MARTINS, Silvana. A menina e o lápis de cor. In: RIBEIRO, E.; BARBOSA, M. (org.). Cadernos Negros: contos afro-brasileiros. São Paulo: Quilombhoje, 2015.

MINAYO, Maria Cecília de Souza O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, 2006.

SANTOS, Antônio Bispo. Colonização, Quilombos modos e significados. Brasília, DF: INCTI/UnB, 2015.

TRINDADE, Azoilda Loretto. Valores Civilizatórios Afro-brasileiros na educação infantil. MEC − Valores afro-brasileiros na Educação. Boletim, v. 22, 2005. Disponível em: https://reaju.wordpress.com/wp-content/uploads/2018/07/valores-civilizatc3b3rios-afrobrasileiros-na-educac3a7c3a3o-infantil-azoilda-trindade.pdf. Acesso em: 2 abr. 2026.

Publicado

2026-07-10

Cómo citar

Pires de Souza, L., Cabral da Costa, M. ., & de Fátima Rodrigues, S. (2026). Educación, valores afrocivilizadores y actividad afroreferenciada como camino de atención a las infancias negras. Revista Entreideias: Educação, Cultura E Sociedade, 15(1). https://doi.org/10.9771/re.v15i1.65984

Número

Sección

Artigos