CANDOMBE Y MAKUMBA: géneros performáticos afroporteños que dialogan en el baile de María Elena Lamadrid.
DOI:
https://doi.org/10.9771/cadgipecit.55.29.65070Palavras-chave:
Candombe porteño, Makumba, Afroargentina, Géneros performáticosResumo
El presente artículo busca compartir un fragmento de la Tesis doctoral en Comunicación Social (Corvalán, 2024) sobre corporalidad, comunicación e identidad en el candombe porteño o de Buenos Aires, Argentina. Esta práctica cultural donde confluyen bailes, cantos y toques de tambores característicos fue prohibida, castigada y silenciada de diferentes formas a lo largo de la historia. Sin embargo, siguió sonando a través de algunas familias que se reconocen afroargentinas, como el caso de la Asociación Misibamba, ubicada en el conurbano bonaerense, entidad que busca visibilizar la historia afroargentina y revalorizar el candombe porteño. En este texto, expondremos ciertos modos en que el candombe estableció diálogos con otro género musical, la makumba (también conocido como “6x8” o “toque afro”), a través de practicantes que transitaban diversos escenarios del espectáculo. El análisis se enmarca en el concepto de géneros performáticos, propuesto por Silvia Citro, el cual atiende a las transformaciones que sufre en el vínculo con otros géneros y sus permanentes recontextualizaciones. A partir del trabajo etnográfico focalizado especialmente en María Elena Lamadrid, fundadora de Misibamba, veremos el modo en que sus experiencias abrieron una vena comunicativa y performática en las que se manifestaban los rasgos corporales e identitarios del candombe.
CADERNOS DO GIPE-CIT - ISSN (online): 2675-1917
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