QUANDO O JAZZ ONDULA ENTRE BANZEIROS: história, memória e resistência em Manaus

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/cadgipecit.55.29.70736

Palavras-chave:

Jazz Dance, História da Dança, Manaus

Resumo

Este artigo investiga a trajetória do Jazz Dance em Manaus, entre as décadas de 1970 e 1990, destacando as contribuições de Adair de Palma, Arnaldo Peduto e Jeanne Abreu na consolidação e na resistência dessa linguagem na cidade. Com base em fontes documentais, visuais e orais, e fundamentado nas teorias de Halbwachs (1990), Nora (2012) e Le Goff (1994), o estudo articula história e memória - como práticas de resistência frente aos apagamentos da dança na Amazônia. A pesquisa evidencia como esses artistas criaram espaços de ensino e de criação, fortalecendo identidades culturais e reconfigurando o corpo como arquivo vivo e gesto político de permanência.

CADERNOS DO GIPE-CIT - ISSN (online): 2675-1917   

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Biografia do Autor

Elton Samuel Moreira de Oliveira da Silva, Universidade do Estado do Amazonas

Mestre em Letras e Artes (PPGLA/UEA - 2025); professor de Artes (SEDUC-AM) e pro-fessor universitário  voluntário (UEA/ESAT). Pesquisador de História e Historiografia da Dança em Manaus/Amazonas, dedica se também aos estudos em arte/educação, corpo, memória e fenomenologia da Dança. Bailarino com experiência em dança clás-sica, jazz dance, dança contemporânea, danças indianas de estética bollywoodiana e práticas circenses. Atualmente, desenvolve pesquisas sobre transculturalidade e diálogos entre danças do Amazonas e do Japão, com foco no jazz dance.    

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Publicado

2026-03-06

Como Citar

Moreira de Oliveira da Silva, E. S. (2026). QUANDO O JAZZ ONDULA ENTRE BANZEIROS: história, memória e resistência em Manaus. Cadernos Do GIPE-CIT, (55), 91–114. https://doi.org/10.9771/cadgipecit.55.29.70736