TENDÊNCIAS CONTRA-HEGEMÔNICAS NA HISTORIOGRAFIA TEATRAL BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
PREFÁCIO II
DOI:
https://doi.org/10.9771/cadgipecit.55.29.72676Resumo
O pesquisador Rodrigo Morais Leite assina um dos textos de abertura da Edição número 55 do Cadernos do GIPE-CIT, buscando provocar, esclarecer e preencher lacunas no debate pela inserção de narrativas contra-hegemônicas na historiagrafia teatral.
Conforme o pesquisador, no prefácio aqui apresentado, "a expressão 'revisionismo histórico', bastante usual no campo da história, é um pleonasmo. Sendo toda obra historiográfica 'prisioneira' de seu tempo, dotado de uma determinada índole espiritual, é natural que, a cada ciclo geracional, uma nova mentalidade histórica se imponha, levando à criação de uma historiografia a ela correspondente. Por conta disso, o trabalho de todo historiador tende a ser uma faca de dois gumes: por um lado, lhe é facultada a honrosa missão de 'superar' os historiadores que o precederam, estabelecendo uma nova visão acerca do passado; por outro, ele sabe que sua 'vitória' sobre os prógonos será sempre uma vitória de Pirro, visto que os pósteros um dia hão de fazer".
Ao fim da expósição, o pesquisador considera que esta tendência contra-hegemônica na historiografia teatral deve se amplificar à medida que a Universidade brasileira, por meio de novas políticas educacionais, se abre para receber um contingente de estudantes cada vez mais heterogêneo e que, como consequência, surgem outras polarizações, baseadas em recortes de gênero, de raça, dentre outros.
CADERNOS DO GIPE-CIT - ISSN (online): 2675-1917
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