Atuações e motivações em fingir ser familiar do Santo Ofício (1658 – 1755)
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18471413Resumen
Este artigo busca investigar as motivações em homens que fingiam ser familiares do Santo Ofício português. Esse ofício era formado por homens leigos e tinham como obrigações fazer diligências, prisões e acompanhar os autos de fé. A simbologia exprimida pelo cargo se faz presente em um contexto de poder perpetuado pela Inquisição por todas as terras de Portugal, instigando homens a vislumbrar possibilidades através do medo contido nas mentes populares e no poder inerente a ser um oficial inquisitorial.
Palavras-chave
Religião; Poder; Instituições.
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