TRABAJO EN PLATAFORMAS Y LA NOVÍSIMA INFORMALIDAD
DOI:
https://doi.org/10.9771/ccrh.v39i0.70897Palabras clave:
Trabajo en plataformas, Informalidad, Novísima informalidad, Modo de vida, Gestión algorítmicaResumen
El artículo analiza el trabajo plataformizado y las transformaciones que promueve en los procesos de informalidad. A partir de una investigación empírica realizada con trabajadoras domésticas, desarrolladores de software y repartidores, sostenemos que el trabajo plataformizado modifica las características de la informalidad brasileña al renovar las prácticas de explotación y dominación. De este movimiento emerge la novísima informalidad, que actualiza las características de la nueva informalidad y está marcada por la centralidad de los trabajadores informales en las empresas, las pérdidas de formas estables de organización productiva, el control más minucioso de la producción y la consolidación del modo de vida emprendedorinmediatista. La investigación empírica incluyó entrevistas con 18 trabajadores y una netnografía en sitios web de empresas plataformizadas.
Descargas
Citas
ABÍLIO, Ludmila Costhek. Sem maquiagem: o trabalho de um milhão de revendedoras de cosméticos. São Paulo: Boitempo, 2014.
ABÍLIO, Ludmila Costhek. Uberização: do empreendedorismo para o autogerenciamento subordinado. Psicoperspectivas, v. 18, n. 3, 2019.
ABÍLIO, Ludmila Costhek. Plataformas digitais e uberização: a globalização de um Sul administrado? Contracampo, Niterói, v. 39, n. 1, 2020.
ABÍLIO, Ludmila Costhek; ALMEIDA, Paula Freitas de; AMORIM, Henrique; CARDOSO, Ana Claudia Moreira; FONSECA, Vanessa Patriota; KALIL, Renan Bernardi; MACHADO, Sidnei. Condições de trabalho de entregadores via plataforma digital durante a COVID-19. RJTDH, v. 3, 2020.
ABÍLIO, Ludmila Costhek; AMORIM, Henrique; GROHMANN, Rafael. Uberização e plataformização: conceitos, processos e formas. Sociologias, ano 23, n. 57, 2021.
AMORIM, H.; MODA, F. Trabalho por aplicativo: gerenciamento algorítmico e condições de trabalho dos motoristas da Uber. Fronteiras, v. 22, n. 1, 2020.
AMORIM, Henrique; MODA, Felipe; MEVIS, Camila. Empreendedorismo: uma forma de americanismo contemporâneo? Caderno CRH, v. 34, 2021.
ANDRADA, Ana Carolina; CARDOSO, Ana Claudia Moreira; GUIMARÃES, Nadya Araujo; MORENO, Renata; PEREIRA, Maria Júlia Tavares. Plataformas digitais de cuidado no Brasil. Tempo social, v. 35, n. 3, 2023.
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: Boitempo, 2009.
ANTUNES, Ricardo. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo, 2018.
CACCIAMALI, Maria Cristina. Globalização e processo de informalidade. Economia e Sociedade, Campinas, n. 14, 2000.
CARDOSO, Ana Claudia Moreira; PARADELA, Victor Claúdio; GOLIATTI, Leonardo; SILVA, Ana Carolina Estorani Polessa da ; SIQUEIRA, Ronan de Almeida. A pandemia da covid-19 e o agravamento da precariedade do trabalho dos motoristas em empresas-plataforma de transporte individual em uma cidade brasileira de médio porte. Revista da ABET, v. 21, n. 1, 2022.
CARDOSO, Ana Claudia Moreira. Os trabalhadores e suas vivências cotidianas: dos tempos de trabalho e de não trabalho. RBCS, São Paulo,v. 25, n.72, 2010.
D’CRUZ, Premilla; NORONHA, Ernesto. Positives outweighing negatives: the experiences of Indian crowdsourced workers. Work organisation, labour & globalisation, v. 10, n. 1, 2016.
DAL ROSSO, Sadi. O ardil da flexibilidade: os trabalhadores e a teoria do valor. São Paulo: Boitempo, 2017.
DEDECCA, Claudio Salvadori; BALTAR, Paulo Eduardo de Andrade. Mercado de trabalho e informalidade nos anos 90. EST. ECON., São Paulo, v. 27, n. especial, 1997.
DESGRANGES, Nina; RIBEIRO, Wickson. Narrativas em rede: o Breque dos Apps e as novas formas de manifestação dos trabalhadores em plataformas digitais. Movimentação, v. 8, n. 14, 2020.
DUBAL, Veena. A política do tempo no trabalho digital por peça baseada em domicílio. Teoria Jurídica Contemporânea, v. 6, n.1, 2021.
FERRARI, Fabian; GRAHAM, Mark.Fissuras no poder algorítmico: plataformas, códigos e contestação. Fronteiras, v. 23, n. 2, 2021.
CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES. Condições de trabalho, direitos e diálogo social para trabalhadoras e trabalhadores do setor de entrega por aplicativo em Brasília e Recife. São Paulo: CUT, 2021.
FILGUEIRAS, Vitor Araújo; DUTRA, Renata. Distinções e aproximações entre terceirização e uberização: os conceitos como palco de disputas. Caderno CRH, v. 34, 2021.
FILGUEIRAS, Vitor Araújo; LIMA, Uallace Moreira; SOUZA, Ilan Fonseca de. Os impactos jurídicos, econômicos e sociais das reformas trabalhistas. Caderno CRH, v. 32, n. 86, 2019.
GONTIJO, Laura Vale. Intermitência e trabalho em plataformas digitais: o retorno do salário por hora e por peça?.2021. Dissertação (Mestrado em Sociologia) - Departamento de Sociologia, Universidade de Brasília, Brasília, 2021.
GRAMSCI, Antonio Americanismo e Fordismo. In: GRAMSCI, Antonio (org.). Cadernos do cárcere, v. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.p. 241-282
GROHMANN, Rafael; SALVAGNI, Julice. Trabalho por plataformas digitais: do aprofundamento da precarização à busca por alternativas democráticas. São Paulo: Sesc, 2023.
GUTIERREZ, Carlos. A reflexividade evangélica a partir da produção crítica e construção de projetos de vida na Igreja Universal do Reino de Deus. 2017. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - IFCH-Unicamp, Campinas, 2017.
HARVEY, David. O neoliberalismo: história e imbricações. São Paulo: Editora Loyola, 2008.
IRANI, Lilly. Difference and dependence among digital workers: the case of amazon mechanical turk. South Atlantic Quarterly, v. 114, 2015.
KALIL, Renan Bernardi. Organização coletiva dos trabalhadores no capitalismo de plataforma. Contracampo, v. 39, n. 2, 2020.
KOWARICK, Lúcio. Trabalho e vadiagem: a origem do trabalho livre no Brasil. São Paulo: Paz e terra, 1994.
KREIN, Jose Dari.Tendências recentes nas relações de emprego no Brasil: 1990-2005. 2007. Tese (Doutorado em Economia Aplicada) - IE Unicamp, Campinas, 2007.
KREIN, Jose Dari; PRONI, Marcelo Weishaupt. Economia informal: aspectos conceituais e teóricos. Brasília: OIT, 2010.
LIMA, Jacob Carlos. A nova informalidade. In: IVO, Anete Brito Leal (Cord.). Dicionário temático Desenvolvimento e Questão Social. São Paulo: Annablume, 2013. p. 330-336.
MANZANO, Marcelo. Plataformas digitales: entre las finanzas y el trabajo. In: MOLINA, Paula Vidal; SOUZA, Edvânia Ângela; SILVA, Maria Liduína de Oliveira (org.). Capitalismo e industria 4.0. São Paulo: Ed. Cortez, 2024. p. 197-210.
MARIANO, Ricardo. Os neopentecostais e a teologia da prosperidade. Rev Novos Estudos, n. 44, 1996.
MARX, Karl. O Capital, Livro 1. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012.
MODA, Felipe; GONSALES, Marco. Por dentro da mobilização global dos motoristas de transporte particular por aplicativo. Pensata, v. 9, n. 1, 2020.
MÖHLMANN, Möhlmann; ZALMANSON, Lior. Hand on the Wheel: navigating algorithmic management and Uber drivers’ autonomy. Anais of International Conference on Information Systems. Seul, 2017.
OLIVEIRA, Francisco de. Crítica à razão dualista: O Ornitorrinco. São Paulo: Boitempo, 2013.
OIT. Encuesta sobre trabajadores en plataformas digitales basadas en la web: nuevos datos para la región de Latina y el Caribe. Lima: Oficina Internacional del Trabajo, 2025.
PEREIRA, Eduardo José Rezende. Na corrida pela representação sindical: o caso dos entregadores e dos motoristas por aplicativo em São Paulo. 2022. Dissertação (Mestrado em Ciência Política). Universidade Estadual de Campinas, Campinas, São Paulo, 2022.
PEREIRA, Maria Júlia Tavares. A Plataformização Do Trabalho Não Tem Rosto De Mulher: As Experiências e Percepções de Condutoras. 2022.Dissertação (mestrado em ciências sociais) - Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, 2022.
PRELAC. Uma trajetória para a educação para todos. Revista PRELAC, Santiago do Chile, ano 1, 2004.
RODRIGUES, Gabriel Ferreira. Plataformização do trabalho doméstico: uma análise do processo de (des)valorização das diaristas na plataforma Parafuzo.2023. Dissertação (mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2023.
ROSENBLAT, Alex; STARK, Luke. Algorithmic Labor and Information Asymmetries: A Case Study of Uber’s Drivers. International Journal of Communication, n. 10, 2016.
SILVA, Rosane. Desigualdade de gênero no mercado de trabalho: obstáculos e alternativas para a equidade no Brasil. Ciências do trabalho, n. 26, 2024.
SOFTEX. Persona TI: caracterização do profissional de TI e evolução de suas principais especificidades nos últimos 10 anos. [s. l.]: SOFTEX, 2019.
SORIANO, Cheryll Ruth; CABAÑES, Jason Vincent. Entrepreneurial solidarities: social media collectives and filipino digital platform workers. Social Media & Society, v. 6, 2020.
TELLES, Vera da Silva. Mutações do trabalho e experiência urbana. Tempo Social, v. 18, n. 1, 2006.
THEODORO, Mario. As características do mercado de trabalho e as origens do informal no Brasil. In: SILVA, Frederico Barbosa; DELGADO, Guilherme; CASTRO, Jorge Abrahão; CARDOSO JR., José Celso; THEODORO, Mario; BEHIN, Nathalie. (org.). Questão social e políticas sociais no Brasil contemporâneo. Brasília: IPEA, 2005. p. 91-125.
WEBER, Max. A Ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo, Companhia das Letras, 2004.
WOODCOCK, Jamie. O panóptico algorítmico da Deliveroo: mensuração, precariedade e a ilusão do controle. In: ANTUNES, Ricardo. (org.). Uberização, trabalho digital e indústria 4.0. São Paulo: Boitempo, 2020. p. 35-71.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Todo o conteúdo da revista, exceto onde indicado de outra forma, é licenciado sob uma atribuição do tipo Creative Commons BY.
O periódico Caderno CRH on-line é aberto e gratuito.