FORMACIÓN EN ENFERMERÍA PARA LA DIVERSIDAD SEXUAL Y DE GÉNERO

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.18471/rbe.v39.67667

Palabras clave:

Currículo, Universidades, Minorías Sexuales y de Género, Educación en Enfermería, Educación Sexual

Resumen

Objetivo: Analizar el enfoque y la articulación entre el currículo y las prácticas pedagógicas orientadas a la diversidad sexual y de género, con base en el Proyecto Pedagógico del Curso, los planes de enseñanza de la carrera de Enfermería y la perspectiva de los docentes. Método: Estudio cualitativo, descriptivo y exploratorio, desarrollado en dos etapas complementarias: análisis documental y entrevistas con docentes de una universidad en la región Norte de Brasil. El análisis de los datos siguió los principios del análisis temático, según Minayo. Resultados: Surgieron las siguientes categorías: Formación en Enfermería y Compromiso con la Diversidad Sociocultural, Principios Pedagógicos y Práctica Reflexiva en el Currículo, y Vacíos Curriculares e Invisibilidad de la Salud LGBTQIA+. El análisis documental evidenció una discrepancia entre el discurso institucional de inclusión y la práctica curricular efectiva. Conclusión: Invertir en la educación sobre diversidad es un compromiso ético y político con la justicia social y con el fortalecimiento de una Enfermería inclusiva y transformadora en el siglo XXI.

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Biografía del autor/a

Gesiany Miranda Farias , Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira. Mestre e Doutora em Enfermagem. Membro do grupo de pesquisa "Políticas de Saúde no Cuidado de Enfermagem Amazônico" (EPOTENA) e do Laboratório de Pesquisa e Tecnologia em Educação em Enfermagem e Saúde (EDEN) da UFSC. 

Jussara Gue Martini, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira. Pós-Doutora em Enfermagem. Doutora e Mestre em Educação. Especialista em Medicina Tradicional Chinesa, em Enfermagem Comunitária, em Enfermagem Médico Cirúrgica e em Metodologia do Ensino Superior. Professora Titular do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina.

Marina da Silva Sanes, Universidad Federal de Santa Catarina

Enfermeira de Família e Comunidade, especialista em Preceptoria do SUS, Residência Integrada em Saúde - Saúde da Família e Comunidade, Mestre e Doutora em Enfermagem. Chefie do Departamento de Gestão e Desenvolvimento Institucional da Escola de Saúde ä Pública de Florianópolis.

Helena Moraes Cortes, Universidad Federal de Santa Catarina

Enfermeira. Mestrado e Doutorado em Ciências. Professora no Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina. Docente do Programa de Pós Graduação em Enfermagem, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial e do Programa de Mestrado Profissional em Saúde da Família da UFSC.

Aline Macêdo de Queiroz, Universidade Federal do Pará

Enfermeira. Mestrado e Doutorado em Enfermagem. Professora adjunto da Universidade Federal do Pará.

Rosinei Nascimento Ferreira, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeiro. Mestre e doutorando em Enfermagem PEN -UFSC. Especialista em Enfermagem em Auditoria em Serviço de saúde. Atualmente Enfermeiro pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.

Mara Ambrosina de Oliveira Vargas, Universidade Federal de Santa Catarina

Enfermeira. Mestrado em Educação. Doutorado em Enfermagem. Docente da Graduação e Pós Graduação do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina e Coordenadora dos Cursos Interinstitucionais do Programa de Pós Graduação Enfermagem PEN/UFSC. Membro da Red Iberoamericana de Investigación Cualitativa en Salud REDIiCS. 

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Publicado

2026-03-29

Cómo citar

1.
Miranda Farias G, Gue Martini J, da Silva Sanes M, Moraes Cortes H, Macêdo de Queiroz A, Nascimento Ferreira R, Ambrosina de Oliveira Vargas M. FORMACIÓN EN ENFERMERÍA PARA LA DIVERSIDAD SEXUAL Y DE GÉNERO. Rev. baiana enferm. [Internet]. 29 de marzo de 2026 [citado 23 de junio de 2026];39. Disponible en: https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/enfermagem/article/view/67667

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Artículos Originales