Educación en disputa: ¿qué escuela para los estudiantes de la clase trabajadora?
DOI:
https://doi.org/10.9771/re.v15i1.65977Palabras clave:
Clase trabajadora, Movimiento estudiantil, Formación integralResumen
El texto tiene como objetivo colaborar para el debate sobre
la importancia de que estudiantes y profesores se reconozcan en la
condición de trabajadores y se organicen para asumir sus derechos
y deberes. Busca discutir la necesidad de fortalecimiento del trabajo
colectivo y la construcción de espacios de participación democrática en
la escuela. Esa ref lexión es resultado de una investigación cualitativa,
desarrollada en el ámbito del Laboratorio de Espacios y Memorias de
la Educación Profesional y Tecnológica de Santa Catarina (LEME),
que utilizó como recurso metodológico, además de la investigación
bibliográfica, el uso de entrevistas semiestructuradas y cuestionario.
En el estudio, se levantó la necesidad de fortalecer la concientización de
los sujetos que componen el espacio escolar delante de las implicaciones
del actual momento histórico de contexto neoliberal de ciudadanía
atrofiada. Teniendo en cuenta la perspectiva de una formación humana
integral, la ausencia de conexión entre profesores y estudiantes reafirma
la necesidad de que el colectivo que compone la escuela se asuma como
parte de la clase trabajadora y, así, contribuya para que esa institución
cumpla relevante papel social.
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