Consciência, propriedade privada e consciência privatista: debates possíveis à psicologia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/gmed.v18i1.72145

Palavras-chave:

consciência, propriedade privada, Psicologia, conscientização, marxismo

Resumo

O artigo é um ensaio teórico que possui como objetivo debater sobre a categoria consciência em relação com a propriedade privada. Para tal, parte do marxismo em diálogo com contribuições críticas da Psicologia. Argumenta-se que, no capitalismo, as formas predominantes de consciência são moldadas pela centralidade da propriedade privada, configurando o que chamamos de consciência privatista, que atravessa tanto experiências individuais quanto coletivas. Por fim, aponta-se o desafio para a Psicologia em romper com seus fundamentos individualistas e privatistas, contribuindo para processos de desalienação e para a construção de uma consciência vinculada à transformação social.

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Biografia do Autor

Kíssila Mendes, Universidade do Distrito Federal (UnDF); Universidade Católica de Brasília (UCB)

Professora da Universidade do Distrito Federal (UnDF) e do Programa de Pós graduação em Psicologia da Universidade Católica de Brasília (UCB). Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Mestra pela mesma instituição. Cientista Social, Psicóloga e Bacharela em Ciências Humanas. Membro do GT Drogas e Sociedade da Associação Nacional de Pós-Graduação em Psicologia (ANPEPP). Tem experiência em pesquisa, extensão e atuação profissional nas seguintes áreas: Psicologia social e comunitária, saúde mental, álcool e outras drogas, políticas públicas e expressões da questão social. 

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Publicado

2026-06-19

Como Citar

Mendes, K. (2026). Consciência, propriedade privada e consciência privatista: debates possíveis à psicologia. Germinal: Marxismo E educação Em Debate, 18(1), 143–160. https://doi.org/10.9771/gmed.v18i1.72145