MEMÓRIA E HISTÓRIA DAS HEROÍNAS DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL NA BAHIA NA CELEBRAÇÃO AO 2 DE JULHO: DO ESQUECIMENTO AO PROTAGONISMO
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.19470660Palavras-chave:
Guerra de independência, Memória, 2 de julhoResumo
A Guerra de Independência foi marcada por nomes como soror Joana Angélica, Maria Quitéria de Jesus, Maria Felipa de Oliveira e as Caretas do Mingua, personagens que ao longo dos 200 anos de celebração desse evento histórico sofreram um processo de ocultamento e iluminação determinado pelos usos ideológicos dados às narrativas da história da Guerra de Independência, no contexto de construção do projeto de Brasil pensado pelas elites que elaboraram a história oficial de nosso país, realizada ao longo dos séculos XIX e XX. A celebração ao 02 de Julho, em seus dois séculos de existência, sofreu as influencias das mudanças políticas, culturais e sociais que se processaram na sociedade baiana e brasileira. Nesse contexto, o reconhecimento e inclusão de mulheres nas narrativas históricas que abordavam a Guerra de Independência foi sendo realizado de forma paulatina, levaria dois séculos para as mulheres terem a sua participação reconhecida e amplamente divulgada sendo tema principal dos debates e celebrações cívicas que marcaram os festejos em homenagem ao bicentenário do 02 de Julho realizados em 2023.
Palavras-chaves: guerra de independência, memória, 2 de julho.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista de História da UFBA

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

