MILITARIZACIÓN Y ALTERNATIVAS PENALES: estrategias antagónicas para el control de la delincuencia en Brasil

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.9771/ccrh.v38i0.67060

Palabras clave:

Gestión de conflictos, Militarización, Democracia, Pena

Resumen

Este artículo tiene como objetivo presentar un modelo teórico formulado a partir de una agenda de investigación empírica sobre la gestión de conflictos en Brasil. Centrándonos específicamente en el ámbito del control de la delincuencia en Brasil, sostenemos que ha sido objeto de controversia por cuatro estrategias principales: la militarizada-inquisitiva, la clásica, la preventiva y las estrategias penales alternativas. Las diversas estrategias existentes dan lugar a formas muy distintas de abordar los conflictos sociales y son objeto de controversia. Aunque algunas son más prominentes en determinados contextos, favorecidas por configuraciones sociopolíticas específicas, no impiden la resistencia. En este artículo, nos centraremos en dos de estas estrategias: la militarizada y la alternativa penal. La estrategia militarizada se vio reforzada a partir de 2012 en las políticas del estado de São Paulo y en 2016 en la política federal, con la acción de la policía militar y el uso de las Fuerzas Armadas para garantizar la ley y el orden. Como ejemplo de una estrategia penal alternativa en auge en Brasil, tenemos la justicia restaurativa, fortalecida por los gobiernos democráticos y los modelos más heterodoxos de profesionalización en el ámbito del Derecho. 

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Biografía del autor/a

Jacqueline Sinhoretto, Universidade Federal de São Carlos

Tem graduação em Ciências Sociais. Mestrado em Sociologia. Doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Professora associada da Universidade Federal de São Carlos. Lidera o Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos da UFSCar. Realizou estágio pós doutoral na Université de Toulouse, com bolsa Hermès da Fondation Maison des Sciences de LHomme. Foi Professora visitante na Université de Toulouse Jean Jaurès, na Cátedra de Estudos sobre América Latina do IPEAT. Foi pesquisadora Visitante da Chaire de recherche du Canada sur traditions juridiques et rationalité pénal, Faculdade de Ciências Sociais, Universidade de Ottawa. Tem experiência em Sociologia da Administração da justiça e Sociologia da Violência, atuando principalmente nos temas: administração institucional de conflitos, acesso à justiça, violência, segurança pública, sistema de justiça, prisões, controle estatal do crime. É pesquisadora do Instituto de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos e Bolsista de Produtividade 1C do CNPq.

Juliana Tonche, Universidade Federal do Vale do São Francisco

Professora adjunta do Colegiado de Ciências Sociais da Universidade Federal do Vale do São Francisco, atualmente cedida ao Conselho Nacional de Justiça para atuar como Coordenadora de Projetos e Políticas Judiciárias do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos. Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da mesma instituição. Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade de São Paulo, com período de estágio de pesquisa no Departamento de Criminologia da Universidade de Ottawa (Canadá), junto à Chaire de Recherche du Canada en Traditions Juridiques et Rationalité Pénale. Pesquisadora do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC/UFSCar).

 

CONTRIBUIÇÃO DE AUTORIA:

Jacqueline Sinhoretto – Conceitualização. Investigação. Escrita. Revisão.

Juliana Tonche – Conceitualização. Investigação. Escrita. Revisão.

 

DECLARAÇÃO DE DISPONIBILIDADE DE DADOS:

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Publicado

2025-12-22

Cómo citar

Sinhoretto, J. ., & Tonche, J. (2025). MILITARIZACIÓN Y ALTERNATIVAS PENALES: estrategias antagónicas para el control de la delincuencia en Brasil. Caderno CRH, 38, e025058. https://doi.org/10.9771/ccrh.v38i0.67060

Número

Sección

Dossiê 3