¿DESACELERACIÓN O RECONFIGURACIONES PUNITIVAS? EVIDENCIA DE LA GESTIÓN DEL CASTIGO EN EL CONTEXTO DE LA PANDEMIA DE COVID-19
DOI:
https://doi.org/10.9771/ccrh.v38i0.67085Palabras clave:
Castigo, Pandemia, Gestión penitenciaria, Encarcelamiento, Privación de libertadResumen
A partir de marzo de 2020, la pandemia de Covid-19 presentó desafíos a la sociedad global y a la sociología de una manera única. En el siglo XXI, ante un contexto de aceleración de las relaciones y procesos sociales (Rosa, 2012), entre los que el castigo y su máxima expresión es el encarcelamiento (Garland, 2008; Wacquant, 2007; Fassin, 2022) impuso un fenómeno sin precedentes. Las decisiones políticas de los países y la presión de la sociedad civil organizada actuaron con fuerza para frenar las tendencias experimentadas hasta entonces y consideradas hegemónicas e inevitables en las últimas décadas. La metodología utilizada fue el análisis documental, se utilizaron datos y documentos publicados por organismos oficiales y también disponibles en informes de institutos de investigación como el Institute for Crime & Justice Policy Research Birkbeck de la Universidad de Londres. Proponemos observar las evidencias planteadas que apuntan a una reconfiguración punitiva. Los hallazgos refuerzan la idea de una metamorfosis del castigo implementada en el ámbito carcelario y fuera de él, mostrando cómo las medidas adoptadas al mismo tiempo no dejaron de ser punitivas y dolorosas, sino también legítimas desde la perspectiva de la doble seguridad-atención.
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