CAMPESINOS Y NEOEXTRACTIVISMO EN LA AMAZONÍA: conflictos y r-existencias
DOI:
https://doi.org/10.9771/ccrh.v39i0.69323Palabras clave:
Disputas territoriales, Neoextractivismo, Producción familiar, Formas de r-existenciaResumen
Este artículo analiza los efectos de las dinámicas territoriales impulsadas por el desarrollismo neoextractivista en la Amazonía brasileña, más específicamente en la región del Bajo Tocantins, en el noreste de Pará. Destaca la complejidad y el potencial de la resistencia a la ofensiva agroexportadora de biocombustibles, liderada por segmentos de agricultores familiares cuyas formas de vida, a diferencia de las plantaciones coloniales, integran demandas sociales y ambientales. En la lucha contra la agenda económica de producción de bienes primarios para la exportación, se hizo evidente que las comunidades y organizaciones, a pesar de la asimetría política, conciben formas de r-existencia en defensa de la vida, los territorios y su dignidad, manifestadas en conflictos y tensiones observados empíricamente.
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