“Temos que matar um leão por dia”: Salve Boipeba

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/asf170822

Palavras-chave:

Boipeba, Extrativismo turístico, Conflito socioambiental, Território

Resumo

O presente trabalho integra-se no âmbito dos estudos realizados pelo Grupo de Investigação em Infraestruturas e Conflitos Socioterritoriales (GIICSO, Argentina). Foi inspirado no contexto da XV Reunião de Antropologia do MERCOSUR, realizada na Universidade Federal da Bahía (UFBA, Salvador) no mês de agosto de 2025, onde ouvimos sobre a ameaça que sofrem as comunidades tradicionais da Ilha de Boipeba. Procurando aprofundar os conhecimentos sobre a problemática, no dia 21 de agosto de 2025, na praia de Tassimirim, na Velha Boipeba, entrevistamos ao Benedito da Paixão Santos, conhecido como Bio, representante da Associação Quilombola. Na conversa que compartilhamos, Bio dá conta das possíveis implicâncias sócio territoriais e ambientais do projeto turístico-imobiliário ”Ponta dos Castelhanos”, da empresa Mangaba Cultivo de Coco Ltda., para o patrimônio material e imaterial do arquipélago. Além, da perspectiva das organizações nucleadas na coalizão Salve Boipeba, afirma-se a necessidade de desenvolver na região um turismo de base comunitária. Esta entrevista aborda esses dois eixos

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Publicado

2026-03-04

Como Citar

PEPPINO, J. “Temos que matar um leão por dia”: Salve Boipeba. Antropologia Sem Fronteiras, Salvador, Brasil, v. 1, p. e112505, 2026. DOI: 10.9771/asf170822. Disponível em: https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/rasf/article/view/70822. Acesso em: 29 mar. 2026.

Edição

Seção

Entrevistas