A ordem liberal está morta! Viva a ordem liberal! Quando a contradição exibe o seu poder

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/rebap.v18i1.73716

Palavras-chave:

Governança global, Luta de classes, Coexistência pacífica, China

Resumo

Este artigo examina o desenvolvimento histórico até o presente da ordem liberal, internacionalmente constituída, e avalia seu eventual declínio. Tem por objetivo expor a contradição existente em relação ao referido declínio, como a sua importância para o futuro da administração política que se empenha na defesa da democracia, da paz e do desenvolvimento econômico-social. Para isso recorre à publicações sobre política e economia internacionais. Sua conclusão é de que há uma luta em torno da ordem liberal e sua governança global e, nesse momento, a preservação dessa ordem é necessária ao projeto da emancipação humana.

 

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Biografia do Autor

Claudio Gurgel, Universidade Federal Fluminense

Economista, com Especialização em Administração, pela PUC/RJ, mestrado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas - RJ (1993), mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense (1998) e doutorado em Educação pela UFF (2002). Professor Titular da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, da Universidade Federal Fluminense, atuando na pós-graduação stricto sensu. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração Pública, especialmente em teorias e estudos organizacionais e políticas públicas econômicas e sociais.

Agatha Justen, Universidade Federal Fluminense

Professora adjunta do departamento de Administração da Universidade Federal Fluminense; docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Administração - PPGAd/UFF; Coordenadora do curso de graduação em Administração Pública da UFF.

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Publicado

2026-06-30

Como Citar

GURGEL, C.; JUSTEN, A. A ordem liberal está morta! Viva a ordem liberal! Quando a contradição exibe o seu poder. Revista Brasileira de Administração Política, [S. l.], v. 18, n. 1, p. 3–22, 2026. DOI: 10.9771/rebap.v18i1.73716. Disponível em: https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/rebap/article/view/73716. Acesso em: 10 jul. 2026.