PADRES TRANSGÉNERO Y ABANDONO AFECTIVO INVERSO: POSIBILIDADES DE RESPONSABILIDAD CIVIL PARA NIÑOS TRANSFÓBICOS

POSSIBILIDADES DE RESPONSABILIZAÇÃO CIVIL DE FILHOS TRANSFÓBICOS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.9771/rds.v6i2.68992

Palabras clave:

Abandono afectivo inverso, padres transgénero, responsabilidad civil

Resumen

El debate sobre los derechos de las minorías sexuales ha cobrado creciente relevancia en el ámbito jurídico en los últimos años. Sin embargo, aún no existen debates sólidos sobre las personas transgénero mayores, en especial sobre el abandono emocional que sufren por parte de sus hijos. Por lo tanto, el objetivo principal de este artículo es analizar la responsabilidad civil de los hijos por el abandono emocional inverso de padres transgénero. Asimismo, se busca discutir el derecho a un envejecimiento digno, consagrado en la Constitución Federal y el Estatuto de las Personas Mayores, en particular el envejecimiento de las personas transgénero y el proceso de transexualización. Se empleó el método deductivo, por lo que el estudio es de naturaleza cualitativa, con el apoyo de una revisión bibliográfica documental y electrónica. En conclusión, este texto contribuye a las ciencias jurídicas, ya que permite examinar un hecho socialmente relevante y poco explorado: la presencia de personas transgénero en la vejez y el abandono emocional de los hijos motivado por el inicio del proceso de transexualización.

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Biografía del autor/a

Kamilee Lima de Oliveira, Faculdade de Administração. Negócios e Saúde de Sergipe

Advogada e bacharela em Direito pela FANESE. Mestra em Direito pela UFS com bolsa CAPES. Professora de cadeiras de Direito Civil e Estágio da FANESE. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa e Extensão da Instituição. E-mail: limakamilee@gmail.com.

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Publicado

2025-12-29

Cómo citar

OLIVEIRA, K. L. de. PADRES TRANSGÉNERO Y ABANDONO AFECTIVO INVERSO: POSIBILIDADES DE RESPONSABILIDAD CIVIL PARA NIÑOS TRANSFÓBICOS: POSSIBILIDADES DE RESPONSABILIZAÇÃO CIVIL DE FILHOS TRANSFÓBICOS. Revista Direito e Sexualidade, Salvador, v. 6, n. 2, p. 110–135, 2025. DOI: 10.9771/rds.v6i2.68992. Disponível em: https://revbaianaenferm.ufba.br/index.php/revdirsex/article/view/68992. Acesso em: 17 jun. 2026.