Cadernos de Gênero e Diversidade mantém classificação A3 na avaliação da Capes
Desde que o Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) assumiu a coordenação dos CGDs, em 2025, iniciou-se um complexo trabalho de seleção, avaliação e edição de textos. O período foi também de reconstrução, fortalecimento e avanços estruturais.
Neste mesmo ano, foi constituída uma nova equipe editorial a partir da gestão de Miriam Grossi, recém titulada Professora Emérita da UFSC e reconhecida no campo pela atuação na pesquisa e formação de redes científicas.
Além de implementar mudanças relevantes no escopo e na política editorial da revista. Entre as principais ações desta equipe, destacam-se a criação de novas seções, a atualização de regras editoriais e a ampliação das línguas aceitas para submissão, reforçando o compromisso com a diversidade, a internacionalização e a qualidade acadêmica.
Neste início de 2026, o comitê editorial reitera o espírito de troca científica entre pesquisadoras/es de todo o Brasil, trabalhando intensamente para o aprofundamento do escopo e visibilidade dos temas discutidos.
A manutenção da classificação A3, nesse contexto, representa não apenas um reconhecimento institucional, mas também o resultado de um intenso trabalho coletivo. Por isso, este é, sobretudo, um momento de celebração e de reafirmação do compromisso dos CGDs.
Agradecemos a todas/es/os as/es autoras/es e pareceristas pela participação nas últimas edições e sobretudo pela paciência nos momentos críticos, em que a equipe buscava colocar as edições em dia.
Convidamos a todas/es/os a submeterem seus trabalhos, fortalecendo ainda mais esta rede.
Quem fez os CGDs em 2025?
Miriam Pillar Grossi
Priscilla Gusmão
Guilherme Ceolin
Juliana Cavilha
Carolina Giordano Bergmann
Izabela Liz Schlindwein
O que significa a classificação A3
Ao receber a classificação A3 no sistema Qualis Capes, verificamos que o periódico encontra-se em um alto patamar de qualidade dentro do seu campo de avaliação. Alguns dos critérios desta classificação são regularidade e consistência na publicação, processo qualificado de avaliação por pares, conformidade com boas práticas editoriais, relevância acadêmica para a área e inserção em bases de indexação e circulação do conhecimento científico.