IMPACTOS DE LA VIOLENCIA DOMÉSTICA EN LA SALUD MENTAL DE LAS MUJERES
UNA REVISIÓN DE LA LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v9i4.59267Palabras clave:
Relações de gênero, Violência doméstica, Saúde Mental, Agravos em saúde, Revisão de literaturaResumen
La violencia contra la mujer, especialmente en las relaciones íntimas, es un fenómeno complejo y multifacético que debe abordarse con seriedad. En los últimos años han crecido los debates sobre las relaciones abusivas, ya sea en el ámbito académico o social, junto con el elevado número de denuncias y casos difundidos por los medios de comunicación. Es necesario cuestionarse los motivos que llevan a una mujer a permanecer en este tipo de relaciones, que la afectan tanto psicológica como físicamente, sacudiendo su autoestima y colocándola en situaciones de violencia cotidiana. Con el objetivo de comprender esta problemática, esta investigación, de carácter cualitativo, se centró en la revisión de la literatura, con base en las bases de datos SciELO, LILACS y BVSalud, de producciones académicas en portugués producidas en los últimos cinco años (2019-2023). Los resultados permiten afirmar la importancia de seguir investigando sobre este tema, así como la necesidad de crear y consolidar políticas públicas que contribuyan a garantizar derechos y acceso que puedan reflejarse en la superación de los problemas de salud de las mujeres.
Descargas
Citas
AMARIJO, C. L., Et al. (2022). Dispositivos de poder empregados por homens na violência doméstica contra a mulher: perspectiva de enfermeiros. Journal of Nursing and Health, 12(1), 1-15. https://revistas.ufpel.edu.br/index.php/JONAH/article/view/4257/352 5.
BARROS, S. C. D., Et al. (2021). Homicídios intencionais de mulheres com notificação prévia de violência. Acta Paulista de Enfermagem, 34, eAPE00715, 1-8. https://doi.org/10.37689/acta-ape/2021AO00715
BRASIL. Lei no. 11.340, de 7 de agosto de 2006, (Lei Maria da Penha).
BRITO, J. C. D. S.; SILVA JÚNIOR, E. G. D.; EULÁLIO, M. D. C. (2022). Agravos à saúde mental de mulheres em situação de violência doméstica. Rev. Bras. Psicoter. (Online), 113-129.
CRENSHAW, K. (2002). Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Rev. Estud. Fem, Florianópolis, 10(1),171-188.
CURIA, B. G.; Et al. (2020). Produções científicas brasileiras em psicologia sobre violência contra mulher por parceiro íntimo. Psicologia: Ciência e Profissão, 40, e189184.
DA SILVA, D.; SILVA, R. L. F. C. (2020). Violência contra as mulheres nos relaciomentos conjugais e a dependência emocional: fator que influencia a permanência na relação. Humanidades e Tecnologia (FINOM), 20(1), 328-340.
DA SILVA SILVA, F.; Et al. (2023). Acesso e utilização dos serviços de saúde e raça/cor/etnia entre mulheres: uma metanálise. Revista Baiana de Saúde Pública, 47(2), 264-282.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo, Boitempo, 2016. LYRA, J.; Et al. (2018) Narrativas de mulheres sobre o enfrentamento à
violência na saúde. Revista de Ciências Humanas, Florianópolis, 52, 1-23.
LOURENÇO, L. M.; COSTA, D. P. (2020). Violência entre Parceiros Íntimos e as Implicações para a Saúde da Mulher. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 13(1), 1-18.
MONTEIROA, M. F. G.; ROMIOB, J. A. F.; DREZETTC, J. (2021). Existe diferença de raça/cor do feminicídio no Brasil? A desigualdade das taxas de mortalidade por causas violentas entre mulheres brancas e negras. J Hum Growth Dev, 31(2), 358-366.
MUGNATTO, S.; SEABRA, R. (2021). Mulheres negras são maioria das vítimas de feminicídio e as que mais sofrem com desigualdade social. Recuperado de https://www.camara.leg.br/temas/direitos-humanos
OPAS. Pandemia de COVID-19 afetou mulheres desproporcionalmente nas Américas. Organização Pan-Americana de Saúde, 08 mar. 2022. Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/8-3-2022-pandemia- covid-19-afetou-mulheres-desproporcionalmente-nas- americas#:~:text=O%20estudo%20aponta%20para%20v%C3%A1rias,se us%20colegas%20do%20sexo%20masculino. Acesso em: 26 out. 2023.
OLIVEIRA, B. M. C.; KUBIAK, F. (2019). Racismo institucional e a saúde da mulher negra: uma análise da produção científica brasileira. Saúde Debate, Rio de Janeiro, 43(122), 939-948.
QUINTANS, M. T.; Et al. (2021). Os impactos da pandemia da Covid-19 na vida das mulheres no contexto brasileiro : sob a perspectiva de raça, classe e gênero. InSURgência: Revista de direitos e movimentos sociais, Brasília, 7(2): 287–308. https://periodicos.unb.br/index.php/insurgencia/article/view/38578
SANTOS, F. K. L.; SANTOS, K. C. (2021). Impactos da pandemia Covid- 19 na vida das mulheres e a falha nas políticas públicas. Revista Espaço Acadêmico, Maringá, 21(230): 189-200. https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/vie w/55939
SILVA, A.F.; Et al. (2022). Elementos constitutivos da masculinidade ensinados/apreendidos na infância e adolescência de homens que estão sendo processados criminalmente por violência contra a mulher/parceira. Ciência & Saúde Coletiva [online], 27(6), 2123-2131.
SILVA, C. D.; Et al. (2020). O cuidado às vítimas de violência doméstica: representação social de profissionais da saúde. Revista Baiana de Saúde Pública, 44(4), 160-173.
SOARES, L. D. S. A.; TEIXEIRA, E. C. (2022). Dependência econômica e violência doméstica conjugal no Brasil. Planejamento e Políticas Públicas, 61, 263-283. https://doi.org/10.38116/ppp61art9
TEIXEIRA, J.M.S.; PAIVA, S. P. (2021). Violência contra a mulher e adoecimento mental: Percepções e práticas de profissionais de saúde em um Centro de Atenção Psicossocial. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 31(2), e310214, 1- 21.
ZANELLO, V. (2020). Masculinidades, Cumplicidade e Misoginia na “Casa dos Homens”: um estudo sobre os grupos de whatsapp masculinos no Brasil. (pp.79-102). In: FERREIRA, L. (Org.). Gênero em perspectiva. Curitiba: CRV.
ZANELLO, V., & Silva, R. M. (2012). Saúde Mental, Gênero e Violência Estrutural. Bioética, 22 (2), 267- 279.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Cadernos de Gênero e Diversidade

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Política de Acesso e Direitos Autorais
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
A Revista Cadernos de Gênero e Diversidade é de acesso aberto, não cobra taxas de submissão ou publicação.
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
As publicações são licenciadas sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY), que permite compartilhamento e adaptação com atribuição de autoria.
Termo da declaração de acesso aberto
Cadernos de Gênero e Diversidade (CGD) é um periódico de Acesso Aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para usuária/o ou sua instituição. As usuárias e os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia da editora ou de autor/a/es, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).