Serviço Social, lutas feministas e antirracistas na tela: a experiência da Mostra Audiovisual “Marielle Franco, Presente!”
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v6i2.37344Palavras-chave:
Serviço Social, Feminismo, Lutas antirracistas, Audiovisual, Marielle Franco.Resumo
A morte de Marielle Franco indignou segmentos sociais progressistas da política brasileira, engajados em lutas sociais feministas, antirracistas e LGBTIfóbicas. Um levante por parte dos movimentos sociais tem marcado esses mais de dois anos de lutas e, especialmente, para saber #QuemMatouMarielleFranco. Seu assassinato ocorre em ano eleitorial e, na cidade do Rio de Janeiro, vencem o pleito, ao menos, três mulheres negras, que contribuiam com o mandato da vereadora. A semente, germinada a partir do luto, se espraia por outras regiões do país, mas ainda insuficiente para uma justiça racial e de gênero na política brasileira, histórica e estruturalmente marcada pelo racismo e superexploração das mulheres. A morte brutal de Marielle – mulher, negra, favelada e lésbica – gerou mobilizações também em espaços acadêmicos, tornando-se símbolo de luta em defesa das cotas raciais e da livre expressão sexual nas universidades. Fator este que se constituiu como fundamental para compreensão da urgência da adoção de perspectivas interseccionais e consubstanciais para análise da realidade social. Este artigo aborda esses efeitos na formação profissional em Serviço Social, através da articulação do debate de raça, classe social, gênero e sexualidade com o campo audiovisual na experiência de uma Mostra dentro do maior evento acadêmico de pesquisadores(as) desta área – o XVI ENPESS, Vitória/ES.
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