INFÂNCIAS DECOLONIAIS, INTERSECCIONALIDADES E DESOBEDIÊNCIAS EPISTÊMICAS
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v7i1.43661Palavras-chave:
Interseccionalidade, Interdisciplinaridade, DecolonialidadeResumo
O presente artigo tem como objetivo refletir sobre as articulações entre os seguintes conceitos: infâncias, decolonialidade, interseccionalidade e desobediência epistêmica. O artigo se fundamenta epistemologicamente em algumas perspectivas teóricas interdisciplinares e decoloniais, e a metodologia se baseou na observação participante em marchas e encontros de valorização da estética negra entre 2014 e 2019 em nove capitais do Brasil. Em um primeiro momento, sintetizamos articulações teóricas entre o pensamento decolonial e as noções de infâncias segundo Jens Qvortrup e Renato Noguera. Posteriormente, discutimos infâncias em perspectivas interseccionais. Por fim, destacamos que a estética dos cabelos crespos em movimento é capaz de oferecer condições simbólicas e subjetivas para que se desenvolvam novas perspectivas de resistência aos campos ideológicos do racismo, com o protagonismo das crianças negras, por meio da desobediência epistêmica.
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