Monstrous
images of the female caretaker in two Brazilian horror short-films
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v9i2.53093Keywords:
Cinema, Women, Gender, Care, HorrorAbstract
The limited participation of women in Brazilian film echoes a world trend that marks the obstacles women have to face both behind and in front of the camera. The images on the big screen reflect ideals of a hegemonic femininity that objectify the woman, rendering her into an espectacle and elevating the man, the perfect spectator. Portrayal of female caretakers, in particular, can reproduce dominant conceptions that reinforce a naturalization of this function. In horror film, the monster is a key component of the genre, disturbing the viewer and evoking disgust. These figures coincide in Pra Eu Dormir Tranquilo (2011) e O Duplo (2012), short-films by the Brazilian director Juliana Rojas. In these works, dominating and aggressive female caretakers find themselves unable to maintain their identity fantasies, entering a representative crisis that can only be resolved with violence: to become a monster.
Downloads
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2023 Cadernos de Gênero e Diversidade

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Acesso e Direitos Autorais
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
A Revista Cadernos de Gênero e Diversidade é de acesso aberto, não cobra taxas de submissão ou publicação.
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
As publicações são licenciadas sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY), que permite compartilhamento e adaptação com atribuição de autoria.
Termo da declaração de acesso aberto
Cadernos de Gênero e Diversidade (CGD) é um periódico de Acesso Aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para usuária/o ou sua instituição. As usuárias e os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia da editora ou de autor/a/es, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).