Corpo, memória e território: práticas de resistência no Devir Quilomba
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v11i4.69015Palavras-chave:
Mulheres quilombolas, Afeto, Antirracismo, Ancestralidade, Feminismo negro, ResistênciaResumo
O livro resenhado exibe as trajetórias de luta, memória e afeto construídas por mulheres quilombolas na defesa de seus territórios e modos de vida. Em Devir quilomba, Mariléa de Almeida entrelaça reflexões teóricas, relatos de vida e vivências comunitárias para pensar o quilombo como espaço de resistência coletiva e criação política. A autora mostra como o cuidado, a ancestralidade e a escuta se tornam fundamentos éticos de uma prática cotidiana que desafia a lógica colonial, ressignificando o direito, o território e a própria existência a partir das experiências das mulheres negras
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Referências
ALMEIDA, Mariléa de. Devir quilomba: antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas. São Paulo: Editora Elefante, 2022.
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