Feminização do magistério e masculinização do poder
desigualdades de gênero em uma escola pública paulista (1949-1996)
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v12i1.70261Palabras clave:
Feminización del Magisterio, Desigualdad de Género, Liderazgo EscolarResumen
Este artículo analiza las disparidades de género en el ámbito escolar, tomando como estudio de caso una institución pública de Dracena (SP) entre 1949 y 1996. La investigación revela la coexistencia paradójica entre la feminización del cuerpo docente y la masculinización de los cargos de gestión, donde solo dos mujeres ocuparon la dirección en 47 años. A través del análisis de documentos históricos, registros administrativos y entrevistas, se demuestra cómo las normas culturales y los currículos escolarizados naturalizaron la asociación entre mujeres y cuidado, mientras reservaron a los hombres la autoridad institucional. El estudio identifica mecanismos de violencia simbólica que perpetuaron jerarquías de género, como el control de la apariencia femenina y la invisibilización del mérito profesional de las profesoras. Se concluye proponiendo políticas educativas para la equidad, incluyendo la revisión de currículos con perspectiva de género, programas de liderazgo femenino y la valorización de la memoria docente. Los resultados alertan sobre la necesidad de desnaturalizar desigualdades que persisten en la educación contemporánea.
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