Sobreviver não é viver:

Transfobia, Mandonismo e as Heranças do Pensamento Social Brasileiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/cgd.v12i2.72206

Palavras-chave:

Transfobia, Pensamento Social Brasileiro, Colonialidade, Mandonismo, Mulheres trans, Travestis

Resumo

Este artigo propõe uma análise sobre os impactos da transfobia no Brasil a partir do pensamento social brasileiro, articulando os conceitos de mandonismo, colonialidade e subalternização dos corpos dissidentes de gênero. A reflexão tem como eixo central compreender como os processos históricos de colonização, escravização e autoritarismo estruturaram e continuam estruturando a marginalização de mulheres trans e travestis no Brasil. Utilizando como referência autores como Lilia Schwarcz, Roberto DaMatta e Machado de Assis, bem como as experiências pessoais da autora, o texto aborda como o projeto colonial moldou subjetividades, naturalizou desigualdades e consolidou uma cultura de mando e obediência que persiste na contemporaneidade.

 

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Biografia do Autor

Ariane Moreira Senna, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Psicóloga (CRP-03/14529), Doutora em Psicologia Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e mestra em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente atua como Assessora Técnico-Acadêmica do Núcleo UERJ, assessorando o Programa Rio sem LGBTIfobia. Desenvolve pesquisas nas áreas de transfobia, pensamento social brasileiro, saúde mental de pessoas trans e travestis, gênero, sexualidade, direitos humanos e relações raciais.

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AUTORA (2021)

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Publicado

2026-06-10

Como Citar

Senna, A. M. (2026). Sobreviver não é viver:: Transfobia, Mandonismo e as Heranças do Pensamento Social Brasileiro. Cadernos De Gênero E Diversidade, 12(2). https://doi.org/10.9771/cgd.v12i2.72206

Edição

Seção

Dossiê Questões Trans