Meninas nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação
Comparando os editais CNPq/MCTIC Nº 31/2018 e 18/2013 MCTI/CNPq/SPM-PR/Petrobras
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v12i1.72635Palavras-chave:
Ciências exatas, Estudos de Gênero, Políticas Públicas, Ciência e Tecnologia, Gênero, Mulheres, Ações afirmativasResumo
Este artigo é o resultado de projeto de Iniciação Científica desenvolvido no quadro do projeto Etnografia das Políticas Públicas de Gênero e Diversidades no Campo da Ciência e Tecnologia, que visou entender uma política pública de gênero e ciências desenvolvida pelo CNPq: as chamadas CNPq/MCTIC No 31/2018 - Meninas nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação e 18/2013 MCTI/CNPq/SPM-PR/Petrobras - Meninas e Jovens Fazendo Ciências Exatas, Engenharias e Computação. Neste artigo, analisamos os dois editais em cinco pontos: a) seus objetivos gerais e específicos; b) recursos financeiros disponibilizados; c) critérios de julgamento; d) o que se espera dos projetos inscritos; e) ações afirmativas; d) resultados dos editais. Como resultado da pesquisa, identificamos como os elementos que compõem um edital são importantes para a construção e fortalecimento de um campo acadêmico e como, no caso dos editais analisados, eles permitiram a emergência e consolidação de vários grupos e redes de pesquisa, sediados em todas as regiões do país. Através do reconhecimento de ações lideradas por e voltadas para mulheres cientistas no campo das Exatas, Engenharias e Computação, os dois editais tiveram forte impacto nas carreiras de cientistas destas áreas tradicionalmente consideradas “masculinas".
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Referências
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