La mujer como “sujeto visible” en el acto inicial de vacunación contra la Covid-19
estrategias de comunicación gubernamentales y las contradicciones del Estado en relación a la seguridad
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v9i2.52672Palabras clave:
Visibilidad Mediática, Pandemia, Semiótica, InterseccionalidadResumen
El estudio tiene como objetivo analizar las valencias simbólicas en los sitios web gubernamentales de cinco estados durante los actos iniciales de vacunación contra el Covid-19, con la mujer como figura central. Estos lugares tuvieron las tasas más altas de feminicidios en los últimos 11 años, lo que nos lleva a discutir las contradicciones entre el mundo escenificado y el mundo real. Bajo el anclaje de la semiótica de Greimas, percibimos la representación femenina como un sujeto social “frágil”, siendo el Estado el “Padre-Provedor”, en contraste con datos que muestran un “Estado ausente”.
Descargas
Citas
ADORNO, L. Enfermeira de SP, negra e moradora de Itaquera é 1a vacinada no Brasil. UOL Notícias, 17 jan. 2021. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas- noticias/redacao/2021/01/17/enfermeira-de-sp-negra-moradora-de- itaquera-e-1-vacinada-no-brasil.htm. Acesso em: 10 fev. 2021.
AMADEI, J. R. P.; FERRAZ, V. C. T. Guia para elaboração de referências: ABNT NBR 6023:2018. Bauru, 2019. 54 p.
ARAÚJO, J. B. Gênero, sexualidade e identidades sexuais – um diálogo entre Joan Scott e Judith Butler. In: II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO SEXUAL – SIES. Gênero, direitos e diversidade sexual: trajetórias escolares, 2., 2011, Maringá. Anais [...] Maringá: Universidade Estadual de Maringá, 2011. Disponível em: http://www.sies.uem.br/trabalhos/2011/121.pdf. Acesso em: 02 out.
BALDISSERA, R.. A teoria da complexidade e novas perspectivas para os estudos de comunicação organizacional. In: KUNSCH, M. M. K. (org.). Comunicação organizacional: histórico, fundamentos e processo. v. 1.
São Paulo: Saraiva, 2009a. p.135-164.
BALDISSERA, R.. Comunicação organizacional na perspectiva da
complexidade. Organicom, São Paulo, v. 6, n. 10-11, p. 115-120, 2009b
BIROLI, F.; MIGUEL, L.F. Gênero, raça, classe: opressões cruzadas e convergências na reprodução das desigualdades. Mediações – Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 20, n. 2, p. 27-55, 2015. DOI 10543/2176. Disponível em: https://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/241 24. Acesso em: 1 out. 2021.
https://www.brasildefato.com.br/2020/08/28/cantor-gospel-assume- governo-do-rio-apos-afastamento-de-witzel. Acesso em 10 dez. 2020.
BOURDIEU, P. Choses dites. Paris: Minuit, 1987. BOURDIEU, P. O poder simbólico. Lisboa: Difel, 1989.
BOURDIEU, P O Campo Político. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 5, p. 193-216, 2011.
BRATOSIN, S.; TUDOR, M.H. Comprendre la communication publique et politique: L'échiquier et sa tour de Babel. Paris: L’Harmattan, 2021
FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. 15a. ed., 3a impressão. São Paulo: Contexto, 2016.
FRIEDAN, B. Mística feminina. Petrópolis: Vozes, 1971.
GONZALEZ, L. Racismo e sexismo na cultura brasileira. Revista Ciências
Sociais Hoje, São Paulo, p. 223-244, 1984.
GREIMAS, A. J. Sobre o sentido II: ensaios semióticos. Tradução: Dilson F. da Cruz. 1. ed. São Paulo: Edusp, 2014.
GREIMAS, A. J. Semiótica figurativa e plástica. Significação: Revista Brasileira de Semiótica, São Paulo, n. 4, 1984. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/significacao/article/view/90477. Acesso em: 1 out. 2021.
GREIMAS, A. J.; COURTÉS, J. Dicionário de semiótica. São Paulo: Contexto, 2008.
HOOKS, b. Mulheres negras: moldando a teoria feminina. Revista
Brasileira de Ciência Política, Brasília, n. 16, p. 193-210, jan./abr. 2015.
HOOKS, b. Sororidade: solidariedade política entre mulheres. Teoria Feminista: da margem ao centro. In: SILVEIRA, H. I. B. Reflexão sobre
questões de tradução da obra Feminist theory from margin into center, de Bell Hooks. Dissertação (Mestrado em Tradução) - Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, Lisboa, 2018. Disponível em:https://repositorio.ul.pt/handle/10451/36735. Acesso em: 17 out.
JORNAL NACIONAL. Total de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas cresce no Brasil, diz IBGE, Portal G1, 22 jul. 2022. Disponível em:
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2022/07/22/total-de- ibge.ghtml. Acesso em: 30 jul. 2022.
JUCÁ, J. Maioria dos estados brasileiros registrou aumento no número de morte de mulheres em 11 anos, CNN BRASIL, 31 ago. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/maioria-dos-estados- brasileiros-registrou-aumento-no-numero-de-morte-de-mulheres-em- 11-anos/. Acesso em: 14 set. 2021.
LANDOWSKI, E. Presenças do outro. São Paulo: Perspectiva, 2012.
DE LOS RIOS, M.L. Pacto entre mujeres sororidad. Aportes para el Debate, n.1, p.123-135, 2006. Disponível em: https://www.asociacionag.org.ar/pdfaportes/25/09.pdf. Acesso em: 10 jun. 2020.
KUNSCH, M. M. K. Comunicação organizacional integrada na perspectiva
estratégica. In: FÉLIX, J. B. (org.). Comunicação estratégica: a visão de renomados autores em cinco países. Brasília, DF: Rede Integrada, 2020. p. 85-104.
LANDOWSKI, E. A sociedade refletida: ensaios de sociossemiótica. São Paulo: Educ/Pontes, 1992.
LIMA, M.; MACIEL, S.; PAZOLINI, M. Políticas de Estado versus políticas de Governo. RTPS - Revista Trabalho, Política e Sociedade, v. 4, n. 6, p. 69-84, 30 jun. 2019.
MACHADO, L. M. M; SCHONS, A. S.; DOURADO, L. C. S. M. A construção da sororidade nos discursos da Revista Azmina. Revista Latino-americana de Jornalismo, João Pessoa, v. 6, n. 2, p.229-257, jul.-dez. 2019.
SAFFIOTI, H. I. B. Gênero, patriarcado e violência. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2011.
SINGER, A. Politização da vacina contra covid-19 é estratégia para eleições presidenciais. Rádio USP, São Paulo, 10 dez. 2020. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/politizacao-da-vacina-contra-covid- 19-e-estrategia-para-eleicoes-presidenciais/. Acesso em: 05 mar. 2021.
THOMPSON, J. B. A nova visibilidade. Matrizes, ECA-USP, n. 2, p. 15-38, 2008. Disponível em:
http://www.matrizes.usp.br/index.php/matrizes/article/view/82/124.
Acesso em: 15 jul. 2016.
ONU. Vozes das mulheres nas linhas de frente da covid-19. Disponível em: http://www.onumulheres.org.br/noticias/vozes-das-mulheres-na- linhas-de-frente-da-covid-19/. Acesso em: 20 jan. 2021.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2023 Cadernos de Gênero e Diversidade

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Política de Acesso e Direitos Autorais
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
A Revista Cadernos de Gênero e Diversidade é de acesso aberto, não cobra taxas de submissão ou publicação.
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
As publicações são licenciadas sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY), que permite compartilhamento e adaptação com atribuição de autoria.
Termo da declaração de acesso aberto
Cadernos de Gênero e Diversidade (CGD) é um periódico de Acesso Aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para usuária/o ou sua instituição. As usuárias e os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia da editora ou de autor/a/es, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).