A mulher como “sujeito visível” no ato inicial da vacinação contra Covid-19:

Estratégias governamentais de comunicação e as contradições do Estado em relação à segurança

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/cgd.v9i2.52672

Palavras-chave:

Visibilidade Midiática, Pandemia, Semiótica, Interseccionalidade

Resumo

O estudo tem por objetivo analisar as valências simbólicas em sites governamentais de cinco estados durante atos iniciais de vacinação contra Covid-19, sendo a mulher figura central. Estes locais apresentaram maiores índices de feminicídio nos últimos 11 anos, o que nos leva a discutir as contradições entre o mundo encenado e o mundo real. Sob a ancoragem da semiótica de Greimas, percebemos a representação feminina como sujeito social “frágil”, sendo o Estado o “Pai-Provedor”, em contraste com dados que mostram um “estado ausente”.

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Biografia do Autor

Pedro Farnese, Universidade Paulista

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Midiática da Universidade Paulista (UNIP), com bolsa Capes. Jornalista efetivo do IF Sudeste MG - Campus Juiz de Fora. 

Janete Monteiro Garcia, Universidade Paulista

Jornalista e doutoranda em Comunicação, pela Universidade Paulista; Bolsista da Capes. 

Carla Montuori Fernandes, Universidade Paulista

Professora Titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Paulista (UNIP), Doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Paolo Demuru, Universidade Paulista

Professor Titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Paulista (UNIP). Doutorado em Semiótica pela Università di Bologna.

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Publicado

2024-01-12

Como Citar

Farnese, P., Garcia, J. M. ., Fernandes, C. M., & Demuru, P. (2024). A mulher como “sujeito visível” no ato inicial da vacinação contra Covid-19:: Estratégias governamentais de comunicação e as contradições do Estado em relação à segurança. Cadernos De Gênero E Diversidade, 9(2). https://doi.org/10.9771/cgd.v9i2.52672

Edição

Seção

Artigos Gerais