TransVerso (2015):
uma leitura queer e quare sobre-vivência de mulheres trans e travestis de/em Maringá – PR
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v12i2.71871Palavras-chave:
(Re)existência, Teoria queer, Analítica quareResumo
O presente estudo analisa narrativas de seis mulheres trans e travestis da cidade de Maringá - PR no curta-documentário TransVerso (2015). A partir das teorias queer (Miskolci, 2012; Lewis, 2018) e analítica quare (Morais, 2020; 2022), o estudo busca compreender como as sujeitas-narradoras constroem sentidos sobre suas experiências cotidianas de (re)existência em uma sociedade marcada pela transfobia, pelo racismo e pela exclusão social, sobretudo no interior paranaense. As narrativas revelam trajetórias de luta, (re)existência e afirmação de identidade. Assim, dizer “não somos extraterrestres: somos seres humanos” torna-se um gesto político e epistemológico de enfrentamento ao CIStema (Nascimento, 2021), de afirmação e sobre-vivência.
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