Teoria feminista e pesquisa em Educação Ambiental:
Os saberes nas águas e nos campos e o processo histórico de invisibilização das mulheres
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v9i2.52417Keywords:
Mulheres campeiras, Fishing women on board, Decolonial and intersectional feminism, Ethnography, Critical Environmental EducationAbstract
This article starts from reflections carried out through research that have as a central element to present the process by which women living in coastal rural regions in southern Rio Grande do Sul cross over the years when performing activities considered mostly male. Thus, in this text, we seek to present, from a research carried out with fishing women on board in the lagoons in the extreme south of Brazil, especially through the ethnographic material, as well as a research that has been developed to understand the way of life of mulheres campeiras[1] how feminist theories of decolonial and intersectional perspective provide us with fundamental elements to think critically about the conditions of oppression of women in the world from difference. Building research committed to difference, is to occupy places, is to be at the table, is to understand diversity, discuss and propose joint actions seeking a more just and egalitarian way of living with everything that makes up this world, whether human or beyond the human.
[1] Campeiro (man) or campeira (woman) – the man or woman who works with cattle farms. We don’t translate this keyword, although we could translate "mulheres campeiras" as peasant women, but campeira’s life goes beyond the peasantry and rural life. It’s a way of life proper to the Brazilian, Argentine and Uruguayan Pampa region.
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