Experiences of transgender people in health and education institutions
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v10i2.54843Keywords:
Transgender people, Health services, Academic InstitutionsAbstract
This work aims to understand situations experienced by transgender people in health services and educational institutions; and, identify the impacts resulting from situations experienced. It is a qualitative and descriptive research that fulfilled the six phases of the case study conceived by Yin and investigated transgender people over 18 years old. The interviews were conducted in person and/or via Google Meet. The collected data were transcribed in full and analyzed according to Bardin. Results: eight transgender people participated, three with secondary education and four with higher education. The right to use the social name is not respected by health professionals, despite successful reception experiences. In schools, the difficulty in using bathrooms and evasion are the main difficulties. It is noted, in different institutional contexts, similarities in reports of recurrent transphobia that keep these people away from health care and education, contributing to the increase of existing vulnerabilities. Final considerations: The importance of recognizing the need for more qualified professionals to assist these people and their specificities, with adequate care through empathy, is in line with the principles of the SUS and the ethics of professional practice.
Downloads
References
BARDIN, L. Análise de Conteúdo. 1º ed. Coimbra: Edições 70. 2011.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Art. 6°. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 15 out 2021.
BRASIL, Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília: Distrito Federal. 2013.
BRASIL. Decreto nº 8.727, de 28 de abril de 2016. Dispõe sobre o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Diário Oficial da União, Brasília: Distrito Federal. 2016.
BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 2.803 de 19 de Novembro de 2013. Redefine e amplia o Processo Transexualizador no Sistema Único de Saúde (SUS). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt2803_19_11_2013.html Acesso em: 09 Jul. 2021.
CÂMARA, A. B. P. “Cair na vida”: O espaço da prostituição como principal alternativa de renda para as mulheres transexuais e travestis. Caderno Humanidades em Perspectiva, v. 5, n. 10, p.: 48 - 62. 2021.
CANO-PRAIS, H. A.; COSTA-VAL, A.; SOUZA, E. R. Incongruências classificatórias: uma análise dos discursos sobre as propostas da CID-11 em relação às experiências trans. Cadernos Pagu, v. 62, 2021.
CHIPKIN, S.; KIM, F. Ten Most Important Things to Know About Caring for Transgender Patients, The American Journal of Medicine, v. 130, n. 11, p.: 1238 - 1245. 2017.
DIMENSTEIN, M.; CIRILO-NETO, M. Abordagens conceituais da vulnerabilidade no âmbito da saúde e assistência social. Pesquisas e Práticas Psicossociais, v. 15, n. 1, p.: 1 - 17. 2020.
FLICK, U. Qualidade na pesquisa qualitativa. In: FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. 3º ed. Porto Alegre: Artmed. p.: 39-49. 2009.
FONTANELLA, B. J. B.; RICAS, J. TURATO, E. R. Amostragem por saturação em pesquisas qualitativas em saúde: contribuições teóricas. Cadernos de Saúde Pública, v. 24, n. 1, p.: 17 - 27. 2008.
FUCHS, JJB; HINING, APS; TONELI, MJF. PSICOLOGIA E CISNORMATIVIDADE. Psicol Soc [Internet]. 2021;33:e220944. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1807-0310/2021v33220944
GOUVEIA, R. B. Religião e Sexualidade: interfaces da intolerância religiosa na Educação para a diversidade sexual na rede municipal de ensino do Recife. 2017. Dissertação (Mestrado em Ciências da Religião) - Universidade Católica de Pernambuco, Recife. 2018.
JESUS, M. E. F. et al. Educação em saúde: concepções de discentes da graduação em enfermagem. Anais VI Encontro Internacional de Jovens Investigadores (JOIN). Brasil - Portugal. 2019. Campina Grande: Realize Editora, 2019. Disponível em: https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/57605.
LIMA, T. Educação básica e o acesso de transexuais e travestis à educação superior. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 70, p.: 70 - 87. 2020.
LIMA, T. F. S. et al. Ação educativa para adolescentes de uma escola pública sobre conceitos de Transgênero: relato de experiência. Brazilian Journal of Development, v. 7, n. 7, p.: 73416 - 73428. 2021.
LOVISON, R., et al. Travestis e Transexuais: Despindo as percepções acerca do acesso e assistência em saúde. Revista Enfermagem em Foco, v. 10, n. 5. 2019.
MAGNO, L. et al. Estigma e discriminação relacionados à identidade de gênero e à vulnerabilidade ao HIV/aids entre mulheres transgênero: revisão sistemática. Cadernos de Saúde Pública, v. 35, n. 4. 2019.
NASCIMENTO, F. K. et al. Brazilian transgender children and adolescents: Attributes associated with quality of life. Revista Latino-Americana de Enfermagem, v. 28, n. e3351. 2020.
NATAL-NETO, F. O.; MACEDO, G. S.; BICALHO, P. P. G. A Criminalização das Identidades Trans na Escola: Efeitos e Resistências no Espaço Escolar. Revista psicologia: Ensino & Formação, v.7, n. 1, p.: 78 - 86. 2016.
NOBRE, F. E.; SULZART, S. O papel social da escola. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento. Ano 03, Ed. 08, Vol. 03, pp. 103-115. 2018.
OLIVEIRA, E. M. et al. Corpo de homem com (tre)jeitos de mulher?: imagem da travesti por enfermeiras. Revista Interface (Botucatu), v. 23, n. e170562. 2019.
PEREIRA, L. B. C.; CHAZAN, A. C. S. O Acesso das Pessoas Transexuais e Travestis à Atenção Primária à Saúde: uma revisão integrativa. Rev. Bras. Med. Fam. Comunidade, v. 41, n. 4. 2019.
PÉRICO, L. Educação e sexualidade: a discriminação do público trans no contexto escolar. 2021. Dissertação (Mestrado Profissional) - Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Ciências e Letras, Araraquara. 2021.
PINHEIRO, M. V. (In)visibilidade LGBT: práticas e desafios na EJA. Revista Escritos e Escritas na EJA, v. 7, 2017.
PINTO, J. J. et al. Transexuais: acessibilidade ou exclusão social. Revista de Enfermagem da UERJ, v. 25, n. e29009. 2017.
PORCINO, C. A.; COELHO, M. T. A. D.; OLIVEIRA, J. F. Representações sociais de universitários sobre a pessoa travesti. Revista Saúde e Sociedade, v. 27, n. 2, p.: 481 - 491. 2018.
REIS, P. S. O., et al. Veiled transphobia: nurses-created meanings vis-à-vis the user embracement of transvestites and transgenders. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental (UNIRIO), v. 13, p.: 80 - 85. 2021.
RELATÓRIO Transgender Europe. Disponível em: https://transrespect.org/en/tmm-update-tdor-2021/
ROCON, P. C. et al. Desafios enfrentados por pessoas trans para acessar o processo transexualizador do Sistema Único de Saúde. Revista Interface (Botucatu), v. 23, n. e180633. 2019.
ROCON, P. C.; SILVA, A. I.; SODRÉ, F. Diversidade de gênero e Sistema Único de Saúde: uma problematização sobre o processo transexualizador. Revista Ser Social, v. 20, n. 43, p.: 432 - 448. 2018.
ROMANELLI, M.; LINDSEY, M. A. Patterns of Healthcare Discrimination Among Transgender Help-Seekers. American Journal of Preventive Medicine, v. 58, n. 4, p.: 123 - 131. 2020.
ROSA, D. F. et al. Assistência de Enfermagem à população trans: gêneros na perspectiva da prática profissional. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 72, n. 1. 2019.
SALEIRO, S. P.; PALMA, S. Diversidade de Género na Infância e Educação: Contributos para uma Escola Sensível ao (Trans)Género. Revista ex æquo, v. 36, n. 2, 2017.
SANTANA, J. M. P. Animação e diversidade: gênero trans e arte Sudaca – aquarelando com pigmentos naturais para além do azul e do rosa. 2020. Dissertação (Mestrado em Arte e Cultura Visual) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia. 2020.
SILVA, E. J. L.; MELCHIADES, T. N.; SANTOS, G. O. H. Os Discursos de Educandas sobre a Inclusão de Estudantes Lgbti+ na Educação de Jovens e Adultos. Revista Cocar, v. 24, n. 30, p.: 1 - 21. 2020.
SILVA, G. W. S. et al. Situações de violência contra travestis e transexuais em um município do nordeste brasileiro. Revista Gaúcha de Enfermagem, v. 37, n. 2. 2016.
SOARES, L. S. Cuidado em saúde e transfobia: percepções de travestis e transexuais de duas regiões do Rio de Janeiro: Maré e Cidade de Deus, sobre os serviços de saúde. 2018. 100 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2018.
SOUSA, D.; IRIART, J. “Viver dignamente”: necessidades e demandas de saúde de homens trans em Salvador, Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 34, n.e00036318, 2018.
SOUZA, H. A.; BERNARDO, M. H. Transexualidade: as consequências do preconceito escolar para a vida profissional. Revista Bagoas, v. 8, n. 11, 2014.
YIN, R. K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 3º ed. Porto Alegre: Bookman. 2005.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Cadernos de Gênero e Diversidade

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Acesso e Direitos Autorais
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
A Revista Cadernos de Gênero e Diversidade é de acesso aberto, não cobra taxas de submissão ou publicação.
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
As publicações são licenciadas sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY), que permite compartilhamento e adaptação com atribuição de autoria.
Termo da declaração de acesso aberto
Cadernos de Gênero e Diversidade (CGD) é um periódico de Acesso Aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para usuária/o ou sua instituição. As usuárias e os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia da editora ou de autor/a/es, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).