Bar Xá de Flor, 30 anos depois:
Alquimias queer no cinema do Cariri cearense
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v9i3.55259Keywords:
Cinema, Queer, Xá de flor, Cariri, CearáAbstract
In reviewing the documentary "Xá de Flor é uma canção" (1993) by Maria Dias and Cristina Diôgo, I seek to reflect on the film 30 years later, in the Cariri region of Ceará. To do so, I seek to think of nostalgia as a creative reaction of the present to perceive the space-time of the documentary as a way of inhabiting this projection of the past forward, in the search for these stories of continuity, of possibilities of other ways of being together. Between cinema and party, I see how the work arouses sensations and creates memories in front of the night that a nostalgic queer neither remembers nor lived. Xá de Flor is this trip-song that was once packaged in a bottle by a hairy fag who messed with herbs and had in her head this dancing utopia that moves us until today, like a kind of queer alchemy that makes these artists of the night patron saints of us nostalgic clubbers.
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