Brecha de gênero na indústria da música e o Girls Rock Camp como máquina de guerra
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v11i3.58874Keywords:
Máquina de guerra, Indústria Criativa, Indústria da Música, Brecha de gêneroAbstract
The music industry is complex and competitive, and the scenario is even more difficult for female and gender-nonconforming professionals. The gender gap is a challenge, but public and private initiatives are mobilizing efforts to change the scenario. One initiative, active in the country for eleven years, is Girls Rock Camp Brasil (GRCB). Focused on girls aged seven to seventeen, its objective is feminist empowerment using music as a tool through collective practices. Over the course of a week, the girls form bands and perform musical and communication tasks; they practice an instrument (drums, bass, guitar, keyboard or vocals), write a song, rehearse and perform live; they also create the name, logo and costumes for the group. The project mobilizes hundreds of volunteers, and the rapid completion of registrations attracts attention. Due to this mobilizing potential and its transgressive air, this research focuses on analyzing the GRCB and proposes an approximation between it and the war machine, a philosophical concept proposed by Gilles Deleuze and Félix Guattari (1997b), understanding the Camp as a powerful and imaginative way of confronting the status quo in the music industry.
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