Does a woman with a disability choose the place where she wants to be?
Study on Gender and Disability in Higher Education
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v11i01.64091Keywords:
Gênero, Deficiência, Educação Superior, Revisão de LiteraturaAbstract
The aim of the article is to map publications on gender and disability in higher education. Research linking gender and disability in higher education, particularly focusing on the university experiences of women with disabilities, is still in its early stages. The consequence of limited scientific dissemination is the invisibility of the barriers affecting these women, preventing them from entering, staying in, and completing university, which affects their future professional careers. Considering these aspects, this article is a literature review covering the period from 2018 to 2024. This review is an update of a previous mapping carried out from 2013 to 2017, in which the direct relationship between gender and disability in higher education did not appear as a study topic in publications from various countries such as Brazil, Spain, Colombia, Chile, Mexico, and Canada. In the current literature review, it was found that, although the number of identified publications is still incipient, there are already published texts on gender and disability in higher education, focusing on the experiences of women with disabilities. Even in an exploratory manner, these studies indicate that there are barriers associated with both gender and disability within the still ableist and sexist structure of higher education.
Downloads
References
ALONSO, A. A introdução da interseccionalidade em Portugal: Repensar as políticas de igualdade(s). Revista Crítica de Ciências Sociais, Coimbra, n. 90, p. 25-43, 2010.
BARNES, C. Disabled People in Britain and Discrimination: A Case for Anti-discrimination Legislation. London: Hurst & Company, 1991.
BARRETO, R. G. S. O Silenciamento como problema epistemológico. Dissertação (Mestrado em Filosofia). 102 f. Universidade Federal da Bahia. Salvador: FFCH/PPGF, 2019.
BECHE, R. C. E. MENDES, G. M. L. O que nos mostra a produção científica sobre as mulheres com deficiência no Ensino Superior? Revista Educação Especial. v. 36, 2023.
BEZERRA, A. V. FARIAS, A. Q. MAGALHÃES, R. C. B. P. Estudos interseccionais da deficiência: experiências sexistas e capacitistas vivenciadas por uma estudante cega no ensino superior. Revista Educação inclusiva- REIN, 2023. p. 42–51. ed.1, v. 8. 2023.
CANONICA, Giovane. Uma Análise Epistemológica sobre o Capacitismo da Mulher Deficiente e a Perpetuação deste pelos Modelos Jurídicos e Sociais Tradicionais. In. Coleção Sistema de justiça, gêneros e diversidades. Org. Hugill, M. S. G. et. al. Florianópolis: Editora Academia Judicial, 2023. p. 93-103.
CAMPBELL, F. K. Contornos do Capacitismo: A Produção da Deficiência e da Não-Deficiência. Londres: Palgrave Macmillan, 2008.
COSTA, A. C. B. OLIVEIRA, W. M. M. KLEIN, M. Representações sociais de Mulheres Surdas mirienses sobre si: da invisibilidade ao protagonismo. Revista de Educação PUC-Campinas, v. 26, p. 1–16, 2021. Disponível em: 10.24220/2318-0870v26e2021a5356. Disponível em: https://periodicos.puc-campinas.edu.br/reveducacao/article/view/5356 Acesso em: 3 out. 2024.
CRUZ, Maria Helena Santana. Mapeando diferenças de gênero no ensino superior da Universidade Federal de Sergipe. São Cristóvão: Editora UFS, 2012.
DANTAS, T. C.; SILVA, J. S. S.; CARVALHO, M. E. P. Entrelace entre gênero, sexualidade e deficiência: uma história feminina de rupturas e empoderamento. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 20, n. 4, p. 555–568, out. 2014. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-65382014000400007 Acesso em: 3 out. 2024.
DINIZ, F. C. O. R. SANTOS, P. L. Vozes silenciadas: a invisibilidade da violência doméstica contra mulheres com deficiência. In. Coleção Sistema de justiça, gêneros e diversidades In. Coleção Sistema de justiça, gêneros e diversidades. Org. Hugill, M. S. G. et. al. Florianópolis: Editora Academia Judicial, 2023. p. 24-36.
ELSNER, L. O. SILVA, B. M. S. Violência contra as mulheres com deficiência no Brasil: Uma análise das (in)suficiências da coleta de dados à luz do direito. In. Coleção Sistema de justiça, gêneros e diversidades. Org. Hugill, M. S. G. et. al. Florianópolis: Editora Academia Judicial, 2023. p. 37-55.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. 41. ed. Petrópolis: Vozes, 2019.
FRANÇA, T. H. Modelo Social da Deficiência: uma ferramenta sociológica para a emancipação social. Lutas Sociais, vol.17, n.31, p.59-73, 2013.
OMS. Relatório Mundial sobre a Deficiência. 2011. Disponível em: https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wp-content/uploads/2020/09/9788564047020_por.pdf Acesso em: 3 out. 2024.
ONU. Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência. Nova York: Organização das Nações Unidas, 2006. Disponível em: https://www.un.org/esa/socdev/enable/documents/tccconvs.pdf Acesso em: 3 out. 2024.
SILVA, J. S. S. A sombra da discriminação e as barreiras de gênero no cotidiano de mulheres com deficiência na universidade. Revista Educação Especial, 33, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.5902/1984686X38311 Acesso em: 3 out. 2024.
SILVA, S. L. C. Educação, gênero e deficiência: estado da arte de dissertações e teses brasileiras. ed. Campinas, SP: ETD- Educação temática digital, v. 25, p. 1-19, 2023.
SILVA, J. S. S.; GONZÁLEZ-GIL, F. Acessibilidade, Gênero e Educação Superior: Indicativos Procedentes das Investigações Científicas. Revista Brasileira de Educação Especial, v. 23, n. 4, p. 607–622, out. 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-65382317000400010 Acesso em: 3 out. 2024.
SILVA, T. S. Gênero e Deficiência: Desafios e Adaptações na Educação Superior. Revista Brasileira de Educação, v. 24, n. 72, p. 123-140, 2020.
SILVA, J. S. S. S. Indicadores de accesibilidad para la educación superior desde la perspectiva de la equidad de género. Tese (Doutorado em Educação). Universidad de Salamanca, Espanha: 2019.
SOARES, A. M. M. Nada sobre nós sem nós: estudo sobre a formação de jovens com deficiência para o exercício da autoadvocacia em uma ação de extensão universitária. 2010. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2010.
SOUZA, A. B. V. Gênero, Deficiência e suas Interseções: Vivência das Usuárias de um CER III. In. Coleção Sistema de justiça, gêneros e diversidades. Org. Hugill, M. S. G. et. al. Florianópolis: Editora Academia Judicial, 2023. p. 56-73.
TORRES, N. E. COSTAS, F. Mulheres com deficiência na Educação Superior: afirmação de direitos e processos de autonomia. Rev. Diálogo Educ., Curitiba, v. 21, n. 68, p. 210-234, 2021.
UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. 1994. Disponível em: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000139394 Acesso em: 3 out. 2024.
VERONEZI, D. P. DE O.; RIBEIRO, G. M. DE C.; GOMES, S. H. DE A. Mulheres com deficiência na docência brasileira. Em Questão, v. 28, n. 2, p. 241–264, 2022.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Cadernos de Gênero e Diversidade

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Acesso e Direitos Autorais
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
A Revista Cadernos de Gênero e Diversidade é de acesso aberto, não cobra taxas de submissão ou publicação.
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
As publicações são licenciadas sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY), que permite compartilhamento e adaptação com atribuição de autoria.
Termo da declaração de acesso aberto
Cadernos de Gênero e Diversidade (CGD) é um periódico de Acesso Aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para usuária/o ou sua instituição. As usuárias e os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia da editora ou de autor/a/es, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).