Memories of women: trajectories and protagonisms in/for scientific production at the Federal University of Sergipe
trajetórias e protagonismos na/para a produção científica na Universidade Federal de Sergipe
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v12i1.54121Keywords:
women scientists, Genre, Oral History, UFSAbstract
This research aims to know the trajectories of women scientists who work in the field of Natural Sciences at the Federal University of Sergipe, under the bias of gender relations that permeated (and permeate) their histories and the reflexes in/for insertion and performance in the academic space. This is a qualitative study, of the descriptive type, using the Oral History method. For that, semi-structured interviews were carried out with women scientists linked to the Natural Sciences courses at the Federal University of Sergipe (UFS), Campus de São Cristóvão. With this, in addition to contextualizing and rescuing the trajectories of the scientists and managers of the Natural Sciences courses at UFS, through this research we can see that the academic and professional trajectory of the interviewed teachers is built in an environment ruled by masculine values and standards that make it difficult to women's participation in science. In this way, the deepening of studies and discussions that seek to make such experiences visible is essential, as there is a lot of work to be done.
Downloads
References
BARROS, Suzane Carvalho da Vitória. MOURÃO, Luciana. Trajetória profissional de mulheres cientistas à luz dos estereótipos de gênero. In: Psicologia em Estudo., v. 25, e46325, 2020.
BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução n.º 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2013.
CORNWALL, Andrea . Trilhas do Empoderamento de Mulheres. Revista Feminismos, [S. l.], v. 1, n. 2, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/feminismos/article/view/29963 . Acesso em: 18 mai. 2022.
DELGADO, L. de A. N. História Oral: memória, tempo, identidades. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
DUARTE, Rosália. Pesquisa qualitativa: reflexões sobre o trabalho de campo. Cadernos de pesquisa, p. 139-154, 2002.
FERNANDES, Evelyn Blaut. Morte ao patriarcado: fraternidade, irmandade, sororidade. Cadernos Pagu, n. 63, p. e216309, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/18094449202100630009. Acesso em: 10 mai. 2022.
HARAWAY, Donna. Saberes localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial. Cadernos pagu, n. 5, p. 7-41, 1995.
IGNOTOFSKY, Rachel. As cientistas: 50 mulheres que mudaram o mundo. Editora Blucher, 2017.
LIMA, Betina Stefanello. O labirinto de cristal: as trajetórias O labirinto de cristal: as trajetórias das cientistas na Física das cientistas na Física. In: Estudos Feministas, Florianópolis, 21(3): 496, setembro-dezembro/2013.
LIMA, Betina Stefanello. Teto de vidro ou labirinto de cristal? As margens femininas das ciências. Dissertação (Mestrado em História)-Universidade de Brasília, Brasília 2008.
MACHADO, Leticia Santos et al. Parent in science: The impact of parenthood on the scientific career in Brazil. In: 2019 IEEE/ACM 2nd International Workshop on Gender Equality in Software Engineering (GE). IEEE, 2019. p. 37-40.
MEIHY, J. C. S.B.; HOLANDA, F. História Oral: como fazer, como pensar. São Paulo: Editora Contexto, 2017.
MINAYO, Maria Cecília de Souza et al. Ciência, técnica e arte: o desafio da pesquisa social. Pesquisa social: teoria, método e criatividade, v. 21, p. 9-29, 1994.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO. Mulheres já são maioria nas bolsas de mestrado e doutorado, mas ocupam apenas 35,5% das bolsas de produtividade. Disponível em: https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/02/mulheres-ja-sao-maioria-nas-bolsas-de-mestrado-e-doutorado-mas-ocupam-apenas-35-5-das-bolsas-de-produtividade. Acesso em: 22 ago. 2025.
PINHEIRO, Luana Simões. Vozes Femininas na Política: uma análise sobre mulheres parlamentares no pós-Constituinte. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, 2007.
ROSSITER, Margaret W. The Matthew Matilda Effect in Science. Social Studies of Science, Vol. 23, No. 2 (1993), pp. 325-341.
SANTOS, Vívian Matias dos. Uma “perspectiva parcial” sobre ser mulher, cientista e nordestina no Brasil. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 24, n, 3, p. 801-824, set-dez, 2016.
SCHIEBINGER, Londa. O feminismo mudou a ciência? São Paulo: EDUSC, 2001.
SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e Realidade, v. 15, n. 2, p. 5-22, 1995.
SILVA, Fabiane Ferreira da; RIBEIRO, Paula Regina Costa. Trajetórias de mulheres na ciência: “ser cientista” e “ser mulher”. Ciênc. educ. (Bauru), Bauru, v. 20, n. 2, p. 449-466, 2014.
TEDESCHI, Losandro Antonio. Alguns apontamentos sobre história oral, gênero e história das mulheres. Dourados-MS: UFGD, 2014.
VELHO, Léa. Prefácio. In: SANTOS, Lucy Woellner; ICHIKAWA, Elisa Yoshie; CARGANO, Doralice de Fátima (Orgs.). Ciência, tecnologia e gênero: desvelando o feminino na construção do conhecimento. Londrina: IAPAR, 2006.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Cadernos de Gênero e Diversidade

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Acesso e Direitos Autorais
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
A Revista Cadernos de Gênero e Diversidade é de acesso aberto, não cobra taxas de submissão ou publicação.
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
As publicações são licenciadas sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY), que permite compartilhamento e adaptação com atribuição de autoria.
Termo da declaração de acesso aberto
Cadernos de Gênero e Diversidade (CGD) é um periódico de Acesso Aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para usuária/o ou sua instituição. As usuárias e os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia da editora ou de autor/a/es, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).