Transición de género:
Lenguaje, contextos y experiencias de una generación en Brasil
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v11i2.66575Palabras clave:
Transición de género, Cuerpo, Hombres trans, IdentidadResumen
Este artículo se propone comprender las prácticas y discursos en torno a la noción de transición de género articuladas por jóvenes hombres trans (personas que fueron asignadas como mujeres al nacer), considerando las construcciones identitarias y corporales que la práctica de la transición de género produce socialmente. El trabajo se caracteriza por ser una reexaminación 10 años después de material empírico construido en el contexto de una investigación etnográfica desarrollada entre 2014 y 2015 en la capital y en el interior de Rio Grande do Norte, con el apoyo de entrevistas abiertas, siguiendo la movilización social de activistas a lo largo de eventos políticos y académicos, actividad doméstica y hormonalización. Al describir los matices lingüísticos, políticos y sociales de la idea emic de transición de género, el artículo reflexiona sobre el surgimiento del activismo trans y transmasculino en la región de Rio Grande do Norte y las condiciones de su posibilidad, haciendo paralelos a las trayectorias personales de cambio entre categorías de personas y a la dinámica entre la diversidad de género y los procesos sociales.
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