Notas sobre soledades queer a través de la película Todos Nosotros Desconocidos
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v12i1.68880Palabras clave:
Solidão, New Queer Cinema, Gêneros e SexualidadesResumen
Este trabajo tiene como objetivo problematizar el concepto de soledades queer a través de los detonantes provocados por la película Todos Nosotros Desconocidos (2023). Los conceptos de soledad se inspirarán en los estudios de Michel Foucault y Friedrich Nietzsche, en diálogo con los estudios queer y el nuevo cine queer sobre las problematizaciones de géneros y sexualidades en las películas. Se evidencia que la obra cinematográfica posibilita discusiones e inquietudes sobre las soledades de personas LGBTQIAPN+, siendo este estado un compañero de sus existencias, en el que se cuestiona la búsqueda de una pareja, entendiéndola como una norma social y una expectativa ligada a una lógica de completud del sujeto. Además, se argumenta que la soledad forma parte de un proceso de constitución de los sujetos, por medio del cuidado de sí y del movimiento de experiencia de sí a través del dispositivo de la sexualidad.
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