Notas sobre soledades queer a través de la película Todos Nosotros Desconocidos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.9771/cgd.v12i1.68880

Palabras clave:

Solidão, New Queer Cinema, Gêneros e Sexualidades

Resumen

Este trabajo tiene como objetivo problematizar el concepto de soledades queer a través de los detonantes provocados por la película Todos Nosotros Desconocidos (2023). Los conceptos de soledad se inspirarán en los estudios de Michel Foucault y Friedrich Nietzsche, en diálogo con los estudios queer y el nuevo cine queer sobre las problematizaciones de géneros y sexualidades en las películas. Se evidencia que la obra cinematográfica posibilita discusiones e inquietudes sobre las soledades de personas LGBTQIAPN+, siendo este estado un compañero de sus existencias, en el que se cuestiona la búsqueda de una pareja, entendiéndola como una norma social y una expectativa ligada a una lógica de completud del sujeto. Además, se argumenta que la soledad forma parte de un proceso de constitución de los sujetos, por medio del cuidado de sí y del movimiento de experiencia de sí a través del dispositivo de la sexualidad.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

John Jamerson da Silva Brito, Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF

Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE na Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF (2023 - presente). Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Formação Docente em Práticas Educativas - PPGFOPRED (2023) e Graduado em Pedagogia (2020) ambos pela Universidade Federal do Maranhão - UFMA. Pós-Graduando em Práticas Pedagógicas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo - IFES (2024 - presente). Especialista em Docência na Educação Básica - EDUBas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia - IFRO (2023). Professor dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental na Prefeitura Municipal de Davinópolis/MA (2020 - presente). Membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Sexualidade, Educação e Diversidade - Gesed/UFJF (2023 - presente). Membro da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação - ANPEd (2022 - presente) e da Associação Brasileira de Pesquisa (Auto)Biográfica - BIOGraph (2024 - presente). Atualmente pesquiso sobre: Gêneros e Sexualidades, Currículos, Estudos Queerdecoloniais, Pesquisas Narrativas e (Auto)Biográficas. (Texto informado pelo autor)

Citas

ANDRADE, Paula Deporte de; COSTA, Marisa Vorraber. Usos e possibilidades do conceito de pedagogias culturais nas pesquisas em estudos culturais em educação. Textura, Canoas, v. 17 n.34, 2015. Disponível em: http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/txra/article/view/1501. Acesso em: 11 dez. 2025.

BUTLER, Judith. Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do sexo. IN: LOURO, Guacira Lopes. O corpo educado: pedagogias da sexualidade. 2 ed. Belo Horizonte, Autêntica, 2000, p. 151 -166.

CASTRO, Roney Polato de. “Ser bicha é ser livre”: um documentário anunciando modos de existir nas fronteiras dos gêneros. Revista Digital do LAV, [S. l.], v. 13, n. 1, p. 146–172, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/revislav/article/view/43964. Acesso em: 04 nov. 2025.

ELLSWORTH, Elizabeth. Modos de endereçamento: uma coisa de cinema, uma coisa de educação também. In: SILVA, Tomaz Tadeu da. Nunca fomos humanos: nos rastros do sujeito. Belo Horizonte, Autêntica, 2001, p. 09-76.

FISCHER, Rosa Maria Bueno. Foucault e a análise do discurso em educação. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 114, p. 197-223, nov./2001. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0100-15742001000300009. Acesso em: 04 nov. 2025.

FISCHER, Rosa Maria Bueno; MARCELLO, Fabiana. Pensar o outro no cinema: por uma ética das imagens. Teias, v. 17, n. 44, fev. 2016. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/revistateias/article/view/24577. Acesso em: 04 nov. 2025.

FOUCAULT, Michel. A hermenêutica do sujeito: curso dado no Collège de France (1981-1982). 3 ed. São Paulo, Editora Martins Fontes, 2010.

FOUCAULT, Michel. A ordem do discurso: aula inaugural no Collège de France. pronunciada em 2 de dezembro de 1970. 24 ed. São Paulo: Loyola, 2014.

FOUCAULT, Michel; SENNETT, Richard. Sexuality and solitude. 21 May – 3. June. Trad. Lígia Melo da Costa, Maria Beatriz Chagas Lucca e Sérgio Augusto Chagas de Lai. 1981, p. 04-07.

LOURO, Guacira Lopes. Um corpo estranho: ensaios sobre sexualidade e teoria queer. 3 ed. Belo Horizonte, Autêntica Editora, 2018.

MARTON, Scarlett. Silêncio, solidão. Cadernos de Nietzsche, São Paulo, v.9, p.79-105, 2000. Disponível em: https://gen-grupodeestudosnietzsche.net/wp-content/uploads/2018/05/cn_09_04-Marton.pdf. Acesso em: 04 nov. 2025.

MISKOLCI, Richard. Desejo e solidão. Rio de Janeiro: CLAM-UERJ, 2008. Disponível em: https://www.clam.org.br/uploads/conteudo/RichardMisk.pdf. Acesso em: 04 nov. 2025.

MISKOLCI, Richard. Teoria Queer: um aprendizado pelas diferenças. 3 ed. Belo Horizonte, Autêntica Editora, 2017.

NASCIMENTO, Letícia Carolina Pereira. Quantas solidões habitam a corpa de uma travesti negra e gorda?. Psicologia & Sociedade, v. 35, p. e277385, 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1807-0310/2023v35e277385. Acesso em: 04 nov. 2025.

NIETZSCHE, Friedrich. Assim falava Zaratustra: um livro para todos e para ninguém. Petrópolis: Vozes, 2014.

RANCIÈRE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. 2 ed. São Paulo, Editora 34, 2009.

SANTOS, Bárbara Raffaelle Carvalho. A multidão de solitários: A solidão na filosofia de Friedrich Nietzsche. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Uberlândia, Pós-graduação em Filosofia, Uberlândia, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/36342. Acesso em: 04 nov. 2025.

SARAIVA, Carola Freire; FISCHER, Rosa Maria Bueno. Cinema e pesquisa em educação: sobre a arte de colecionar e narrar. Revista de Educação, Ciência e Cultura, v. 25, n. 2, 2020. Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/Educacao/article/view/6659. Acesso em: 04 nov. 2025.

SARMET, Éri; BALTAR, Mariana. Pedagogias do desejo no cinema queer contemporâneo. Textura - Revista de Educação e Letras. [S. l.], v. 18, n. 38, 2016. Disponível em: http://www.periodicos.ulbra.br/index.php/txra/article/view/2227. Acesso em: 04 nov. 2025.

SCHOONOVER, Karl; GALT, Rosalind. Os mundos do cinema queer: da estética ao ativismo. ArtCultura, [S. l.], v. 17, n. 30, 2016. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/34814. Acesso em: 04 nov. 2025.

XAVIER, Ismail. Um Cinema que “Educa” é um cinema que (nos) faz pensar. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 33, n. 1, p. 13-20, 2008. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/6683. Acesso em: 04 nov. 2025.

Publicado

2026-03-05

Cómo citar

Brito, J. J. da S. (2026). Notas sobre soledades queer a través de la película Todos Nosotros Desconocidos. Cadernos De Gênero E Diversidade, 12(1), 14–40. https://doi.org/10.9771/cgd.v12i1.68880

Número

Sección

Artigos Gerais