Educação como ponte para dignidade
um relato etnográfico acerca do papel da educação na trajetória de trabalhadoras domésticas em Natal, no Rio Grande do Norte
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v11i3.54173Keywords:
Antropologia e educação, Emprego doméstico, Práticas educacionais, GêneroAbstract
Education is a much broader process than formal school practices. Therefore, it is crossed by several instances of daily life, such as gender, class, race, work, family, among others. Education also crosses the lives of women who work as domestic workers. Therefore, this work aims to ethnographically investigate the educational processes based on the trajectory of three women who work as domestic workers in Natal, Rio Grande do Norte.
Downloads
References
ANDRADE, Marcelo. É a educação um direito humano? Em busca de razões suficientes para se justificar o direito de formar-se como humano. Revista de Educação (36), Porto Alegre, 2013, pp. 21-27.
CANDAU, Vera Maria Ferrão. Direito à educação, diversidade e educação em direitos humanos. Educação Sociológica (33), Campinas, 2012, pp.715-726.
DIAS, Luciana de Oliveira & ALMEIDA, Lyziê Inácio. Eu, empregada doméstica: heranças, resistências e enfrentamentos das trabalhadoras domésticas no Brasil. Revista Tessituras (9), Pelotas, 2021, pp 8 -31.
GOMES, Nilma Lino. Educação e diversidade cultural: refletindo sobre as diferentes presenças na escola. 1999.
INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Estudo do Ipea traça um perfil do trabalho doméstico no Brasil. IPEA. 2019. Disponível em: < https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=35255&Itemid=9 >. Acesso em: 17 de dezembro de 2020.
KERGOAT, Danièle. Dinâmica e consubstancialidade das relações sociais. Novos estudos. CEBRAP, n. 86, p. 93–103, 2010.
KOFES, Suely. Mulher. Mulheres: Identidade, Diferença e Desigualdade na relação entre patroas e empregadas. São Paulo: Editora Unicamp, 2001.
MELO, Hildete P. e CASTILHO, Marta. Trabalho reprodutivo: quem faz? Rev. Economia Contemporânea (13). Rio de Janeiro, 2009, pp. 135-158.
MHYRRA, L. LIMA, L. C. CARVALHO, H. Inovações jurídicas da PEC 72/2013 e seu impacto no processo de formalização das trabalhadoras domésticas nordestinas. Análise e Dados (25), Bahia, 2015, pp. 641-655.
SABOIA, Ana Lúcia. As meninas empregadas domésticas: uma caracterização socioeconômica. Rio de Janeiro, 2000.
SCOTT, Joan Wallach. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade. Porto Alegre, v. 20, n. 2, p. 71 - 99, 1995.
VELHO, Gilberto. Memória, Identidade e Projeto. In: Projeto e Metamorfose: Antropologia das Sociedades Complexas. Jorge Zahar: rio de Janeiro, 1994
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Cadernos de Gênero e Diversidade

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Política de Acesso e Direitos Autorais
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
A Revista Cadernos de Gênero e Diversidade é de acesso aberto, não cobra taxas de submissão ou publicação.
As pessoas autoras mantêm os direitos autorais de suas obras, concedendo à revista o direito de primeira publicação.
As publicações são licenciadas sob a licença Creative Commons Atribuição (CC BY), que permite compartilhamento e adaptação com atribuição de autoria.
Termo da declaração de acesso aberto
Cadernos de Gênero e Diversidade (CGD) é um periódico de Acesso Aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para usuária/o ou sua instituição. As usuárias e os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia da editora ou de autor/a/es, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).